sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
7 de Ouros (Snapchat: TAROTEANDO)
domingo, 4 de julho de 2010
Formatura no final do ano… mas será que eu nasci para isso?
Escolher uma profissão aos 16 ou 17 anos é uma tarefa bastante difícil para alguém que ainda está vivendo os últimos anos da adolescência. Aliás, escolher uma profissão costuma ser complicado em qualquer idade, haja vista o número de pessoas que conhecemos que mudaram de carreira, de trabalho, de objetivos, sempre em busca de algo que as realizasse e lhes desse condições dignas de sobrevivência.
Decidir, entre tantas possibilidades de cursos, aquele que, teoricamente ser a base da sua vida econômica, seu lugar como um prestador de serviços na sociedade e, sobretudo, algo que vá lhe dar prazer em realizar ou executar nas várias décadas seguintes, pode ser motivo de muito estresse e, consequentemente, dúvidas, angústia e tristeza.
O jovem (22 anos) desta leitura de tarot vive esse conflito às vésperas (no final deste ano) de sua formatura. A profissão escolhida, ao ver-se na iminência de fazer o vestibular, parecia ser tudo o que melhor condensava em termos de seus talentos e objetivos. Hoje, 4 anos depois, mas experiente em relação à vida, mais consciente das dificuldades do mercado de trabalho, bastante envolvido num relacionamento do qual se sente na obrigação de dar a esperada conclusão (casamento), sem emprego, sem nenhuma experiência prática, sabendo que, em pouquíssimos meses irá abandonar a condição de “filho-estudante-que-não-trabalha”, buscou nas cartas do tarot um mecanismo auxiliar para refletir melhor sobre a sua atual condição e entrever a potencialidade de algumas opções viáveis para a sua situação.
O esquema de jogo escolhido foi a tradicional CRUZ CELTA, que utiliza 10 cartas cuja nomenclatura e disposição variam entre autores, manuais, livros , profissionais e neófitos. Todas, entretanto, desde que abranjam de alguma forma os temas, propostas e situações que conduzam a uma leitura final satisfatória, estão corretas.
- O que define a situação ou o problema. O que é o motivo do jogo e da leitura.
- O que complementa a situação ou problema representado pela carta 1. Pode ser algo que auxilie ou um obstáculo.
- A base, o fundamento da questão. O que possivelmente provocou (e ainda pode estar influindo) no desenvolvimento da situação ou do problema. Baseia-se, quase sempre, nas experiências passadas do Consultante.
- Motivos recentes (passado próximo) que tenham desencadeado o conflito proposto pelas cartas 1 e 2.
- Um possível desdobrar dos acontecimentos, levando a um resultado que pode, ou não, assemelhar-se ao resultado definitivo.
- Influências que irão, em breve (futuro próximo) afetar o desenvolvimento da situação.
- A influência do próprio Consultante na situação ou problema, através de atitudes ou ações.
- Como o ambiente (pessoas, situações, localização, tempo, etc) pode estar interferindo, positivamente ou não, sobre o estado físico, mental, emocional e espiritual do Consultante e, mesmo, sobre a própria situação.
- O que o Consultante realmente espera da situação: qual é o resultado que ele, em seu subconsciente, deseja ou teme. A carta nesta posição não deve ser analisada dentro do que ele conscientemente expressa como desejo ou repulsa, mas ela sinaliza o que verdadeiramente o assusta ou realiza sua vontade.
- Essa carta, que deve ser lida e compreendida em contexto com as demais, não significa o “resultado” fixo e imutável, até mesmo cármico da situação, mas é um indicativo de para onde as coisas estão se encaminhando. Cabe ao Consultante utiliza-se dessa informação para alterar, se for o caso, os métodos que está empregando, visando buscar o resultado que melhor lhe convém.
A pedra fundamental da situação é a questão da vocacional, do acerto com a escolha da profissão a ser exercida. A sucessão de obstáculos, os questionamentos advindos da insegurança de estar realizando a sua verdadeira vocação é que motivam o Consultante a procurar uma resposta em si mesmo, ajudado pela reflexão proposta pelo tarot.
A Rainha de Paus, na Posição 1, é quem dá um “rosto”, uma personalidade ao questionamento do Consultante e, como tal, nesta jogada ela evidencia não só qualidades criativas, apaixonadamente originais, até mesmo audaciosas, determinadas e seguras do Consultante, como também expressa uma dose de ceticismo que ele nutre em relação à sua real capacidade e assertividade na escolha profissional.
Se parássemos a leitura dessa jogada nessa carta, ocupando essa posição, e dentro da situação descrita, poderíamos dizer que o conselho que ela dá é: busque exercer e assuma os riscos daquilo que realmente o apaixona.
A Carta 2, aquela que “cruza”, ou se sobrepões à Carta 1, complementa o estado de ânimo que o Consultante vive no presente.
Carta 2: 3 DE ESPADAS
Essa carta, com sua simbologia associada à angústia, à tristeza e à decepção pode estar representando, nesse esquema, o medo do Consultante em ter que enfrentar a sua verdade. De ter de encarar os fatos e, agora, ao final de seu curso universitário, analisar fria e corajosamente se a profissão escolhida há 4 anos, ao ingressar na Universidade, é realmente a que melhor expressa sua vocação, utiliza seus talentos e lhe traz prazer e satisfação no trabalho.
Fazer uma análise criteriosa de seus desejos, de seus verdadeiros objetivos, do que ele espera ou projeta para o seu futuro pode ser doloroso, mas é necessário e, a proximidade da conclusão do curso parece trazer essa questão à tona.
Importante é analisar o que está na “base” da questão, quais as experiências prévias que fazem o Consultante agir e pensar dessa maneira.
Essa Rainha tem como características os fato de representar pessoas bastante práticas, decididas, carinhosas, mantenedoras, trabalhadoras, que buscam conforto e segurança e que se dedicam, maternalmente, aos seus e aos outros.
Pelo fato do Consultante ser uma pessoa jovem, que ainda não trabalha e é sustentado pelos pais, pode temer frustrar ou decepcionar a mãe.
Por estar namorando, desde o primeiro ano da faculdade, pode sentir-se na obrigação de vir a se casar em breve, o que não é de seu interesse neste momento visto que gostaria de aproveitar a juventude e esses primeiros anos de carreira profissional, para se dedicar à prática da profissão, viajar, conhecer pessoas e lugares. Um casamento seria, neste momento da sua vida, bastante limitador, e, talvez por isso mesmo, acabe projetando essa frustração sobre o curso e a carreira escolhida e, até mesmo, sobre a sua capacidade de produção.
Uma experiência ou situação recente pode, também, ter contribuído, e ainda estar contribuindo, para que essas dúvidas venham a sequestrar a sua harmonia interior.
Carta 4: A LUA
Há uma certa desproporcionalidade entre o número de Arcanos Maiores e Menores neste jogo e talvez isso represente que as questões sejam mais de ordem prática do que, propriamente, espirituais. Aliás, se observarmos as cartas no esquema de jogo, veremos que existe um maior número das que pertencem ao naipe de Ouros, ou seja, a vida material, o plano físico da existência, os frutos do trabalho, o corpo, a saúde, etc.
O Arcano Maior XVIII, a Lua, na situação dessa leitura, nos remete à idéia do medo que o Consultante sente, há algum tempo e que, com a proximidade do fim do curso e do possível início da atividade profissional escolhida, venha a “descobrir” não ser a profissão escolhida e aprendida nos bancos universitários aquela que irá lhe realizar como pessoa, como profissional, como cidadão e, também, a nível espiritual.
Há que se considerar um medo que costuma acontecer em situações chamadas “de pressão”, quando iremos ultrapassar uma determinada “fronteira” em nossas vidas e nos lançarmos em novas aventuras, vivenciando outras estruturas e experiências. Deixar a escola, o protecionismo familiar e enfrentar o mundo , assumindo seu papel social e lutando pelos seus direitos, pela sua melhor classificação, por melhores salários, por condições de trabalho mais razoáveis, e, até mesmo, por uma vaga no mercado de trabalho existente, pode causar um estresse e, com isso, uma certa recusa de abraçar as novas oportunidades e desafios que também estão embutidas nesse “rito de passagem”.
Creio que o surgimento da Lua nessa posição possa ser de grande valia para o Consultante indagar-se se ele não está vivendo, de alguma forma, um “complexo de Peter Pan”, ou seja, a recusa de encarar a necessidade de assumir responsabilidades, de abandonar maneiras escapistas de lidar com as situações e posicionar-se como dono e senhor de sua vida. Crescer, enfim.
Esta posição significa, tradicionalmente, um possível resultado, o que não significa que será o resultado final, prenunciado na Carta 10. Entretanto ele é uma “possibilidade” que o Consultante pode, ou não considerar valiosa como resultado a ser obtido. Se, entretanto ele não se identificar com a sugestão proposta pela carta, ele saberá, de antemão, o que evitar.
O 7 de Ouros simboliza, com muita frequência, a necessidade de ter-se paciência e aproveitar o tempo para melhor reavaliar uma situação e/ou, preparar-se para as consequências da mesma.
Se o Consultante está angustiado por ainda não ter conseguido um emprego, ou mesmo um estágio na sua área de estudos e, por isso mesmo, estar se sentindo culpado de possivelmente feito uma escolha profissional errônea, deve procurar acalmar-se e, com a mente mais tranquila, trabalhando de forma lógica sem os obstáculos provocados pelo medo e pelo sentimento de culpa, analisar friamente a situação.
“Dar um tempo” pode ser um bom conselho quando estamos desnorteados, sem conseguirmos ver todas as possibilidades (ou até mesmo a real falta delas) de que dispomos. A sugestão de um 7 de Ouros seria a de aguardar com calma, com tranquilidade, que as coisas se resolverão no momento certo. Isso não significa uma atitude passiva, de abandono, de descaso, de indolência ou de preguiça, mas de contínua atenção, de estar aberto a possibilidades, de estar “antenado” com a evolução natural das coisas, de manter-se, em fim, preparado para quando a ocasião correta de agir chegar.
É interessante observar o que a próxima carta mostra como possibilidades futuras (próximas) que irão influenciar nesse processo que o Consultante está vivenciando.
Carta 6: 10 DE COPAS
Essa é uma carta cujo surgimento numa posição benéfica ou positiva quase sempre sugere sucesso e satisfação.
Neste esquema de jogo e dentro dos parâmetros em que ele se desenvolve, creio que o 10 de Copas esteja prenunciando uma tomada de consciência satisfatória do Consulente com a consequente sensação de alívio e bem estar. Em investigando as causas reais que o levam a duvidar estar no caminho certo em relação à sua vida profissional, permitindo-se o tempo necessário para analisar todos os fatos, todas as propostas, todas as possibilidades e opções, ele certamente irá se esclarecer mais a respeito e se concederá a chance de olhar a situação aob outra perspectiva. Essa carta volta a confirmar a dose de coragem e otimismo que o Consultante deve manter em relação às suas expectativas.
A família pode ser uma grande aliada nesse processo e talvez fosse conveniente o Consultante manter, principalmente com eles, um diálogo franco a respeito de seus questionamentos.
Essa posição, no esquema, simboliza o “self” do Consulente. O seu verdadeiro “eu”. Como ele se vê e como ele acaba colaborando para que a situação se desenvolva como tal.
Conversar a respeito da sua situação, manter um diálogo honesto com a família e mesmo com a namorada, repartir a “carga” das dúvidas e inseguranças que carrega é uma boa justificativa para que o 10 de Paus ocupe esse lugar no esquema do jogo.
É necessário não deixar que o peso das nossas preocupações obscureçam o nosso campo de visão dificultando nosso caminhar. Recobrar a autoconfiança, não se deixar abater e manter uma atitude racional e amorosa em relação à situação se faz necessário. O simples exercício de desabafar, de conversar séria, lógica, franca e tranquilamente a respeito com alguém a quem admira e respeita, é um bom começo de um melhor esclarecimento e de uma mudança de atitudes.
Carta 8: O IMPERADOR
Essa é o segundo Arcano Maior a surgir no jogo. Como a oitava posição refere-se ao ambiente ou mesmo a uma pessoa que possa contribuir no desenvolvimento e resolução da situação, é provável que esteja na casa paterna, na figura do próprio pai do Consultante, ou até mesmo na de um de seus professores, a pessoa ou o ambiente propício para ele buscar auxílio.
Talvez o ambiente que o Consultante frequente ou as pessoas com que ele mais conviva alimentem nele sonhos utópicos bastante fora da realidade e que acabem por desconcentrá-lo daquilo que é real e viável. Pode acontecer que o Consultante esteja querendo evitar qualquer coisa que o force a abandonar a cômoda situação de ser sustentado pela família e não ter que se preocupar com nada de mais sério. Assumir responsabilidades e o controle da sua própria vida é um desafio ao qual ele não deveria furtar-se, e nem mesmo abandonar a conquista de seus objetivos e a realização de seus sonhos.
Esta é a posição, no esquema denominado Cruz Celta, das Esperanças e Medos e revela ao Consultante o que ele inconscientemente teme ou deseja.
Na situação presente o 6 de Ouros o Consultante está potencialmente desejando obter todo o apoio que puder conseguir para ajudá-lo a resolver suas dúvidas. Nesse apoio também deve-se considerar, além daquele dado pela família e os mais próximos, a oferta de um trabalho ou mesmo de uma boa oportunidade de estágio dentro da sua área de escolha profissional.
Estar às vésperas da formatura e sem ainda ter conseguido um lugar no mercado onde possa demonstrar sua competência e disposição e, também, onde possa avaliar, de forma concreta, a sua integração e talento para a profissão escolhida, provoca dúvidas recorrentes e uma sensação de estar sendo excluído. Uma oportunidade de trabalho, neste momento, está entre os desejos do Consultante.
Carta 10: 9 DE COPAS
Chegamos, finalmente, à carta que revela a possível evolução ou conclusão da situação, e que deve ser considerada não isoladamente, mas levando-se em conta todas as demais.
O 9 de Copas é uma promessa de reencontro com a alegria de viver, desde que a pessoa se permita viver essa alegria, não criando obstáculos para que ela flua. Nada adianta o aparecimento dessa carta se o Consultante não tomar as medidas indicadas durante a análise das demais cartas da jogada e buscar as alternativas e atitudes propostas.
Se, neste caso, o Consultante decidir por tranquilizar-se (meditação é altamente recomendada para a busca de uma harmonia integral), olhar a situação corajosamente, de forma pacífica mas interessada, sem acreditar estar vivendo algo “cármico”, imutável, tomando a iniciativa de encontrar alternativas e soluções concretas que visem seus objetivos, e mantiver um diálogo sincero e claro com seus pais e professores, além, é claro, da sua namorada, ele certamente estará dando um grande passo em direção à solução mais benéfica dessa situação.
Creio que é importante que o Consultante compreenda, com essa tiragem, que há algo bastante importante que ele deve conscientizar-se. As crises surgem como provocações para que nos modifiquemos, revendo conceitos, reavaliando fatos e atitudes, eliminando excessos e tudo o mais que não tem mais eficácia mas que continuando ocupando espaço e provocando um acúmulo inútil que acabamos por carregar. Poder reverter uma situação, alterar o seu curso, mudar a forma de pensar, substituir valores antigos por outros mais eficazes, alterar o que foi planejado, encontrar novas alternativas, deixar-se surpreender por novas descobertas, permitir-se evoluir espiritualmente, tudo isso é o conselho que obtemos através da meditação com o Arcano Maior XII, O Pendurado. É conveniente que o Consultante preste atenção à sua intuição. Essa voz interior é sábia e contém toda a orientação da qual podemos fazer uso, basta permitir-se ouví-la e acreditar nela.
Se, depois de muito bem analisado e discutido for necessário começar tudo novamente, preparando-se para uma outra carreira, por que não fazê-lo? Por que não investir mais alguns anos de estudo para que os benefícios, ao longo de toda uma vida, sejam os melhores? Por que sacrificar-se por uma escolha que pode ter sido feita de maneira inconsequente, mesmo inocentemente, sem a necessária experiência? Por que “adaptar-se” a algo insatisfatório, quando, com esforço e investimento, podemos obter prazer e bons lucros? O Pendurado (carta obtida por redução teosófica) pode indicar uma situação incômoda que irá, mais cedo ou mais tarde, sofrer uma grande mudança (Arcano XIII) e que impede, no momento presente, que o Consulente viva de maneira fértil e apaixonada a sua vida.
Imagens: ARCUS ARCANUM TAROT, por Hansrudi Wascher
CURSO DE TAROT: ARCANOS MENORES
com Alex Tarólogo
Início: 06 de Julho
Duração: 16 aulas (4 meses) / Turmas às Terças e Sábados
Local: JARDIM DOS SENTIDOS – ESPAÇO HOLÍSTICO & LIVRARIA
(R. Barão de Ipanema, 94 Galeria Estoril Loja 103, em Copacabana – Rio de Janeiro)
Informações: (21) 2547-8939 e contato@jardimdossentidos.com.br
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Com saúde não se brinca!
O tarot é um excelente instrumento para refletirmos a respeito daquilo que nos acontece no dia a dia. Seja uma simples e corriqueira discussão que possamos ter tido com um colega de trabalho, ou a emoção que sentimos ao assistir a um jogo, o comportamento frio e impessoal que nos percebemos tendo diante de determinadas situações de escolha, o apostar numa combinação numérica pelo simples fato de termos sonhado com aqueles números e eles estarem nos “perseguindo”, e tudo o mais.
Uma leitura de tarot que aborda o tema Saúde deve ser encarada como a busca de uma explicação, num nível mais espiritual, que o Consultante necessita para justificar fatos, vencer o medo e a depressão, recobrar sua coragem, e assumir a sua fé. Nunca, em nenhum sentido ou por nenhuma razão, ela substituirá o parecer de um médico, ou de outro profissional habilitado e credenciado da área da saúde. Entendam, por favor, o texto abaixo como um comentário oracular, baseado exclusivamente na interpretação das cartas durante uma leitura para uma Consultante.
Vamos à leitura:
Consulente: mulher, 40 anos, às vésperas de uma cirurgia para a retirada de um tumor na mama.
Pergunta: “Quais as chances da operação ser bem sucedida e de eu não vir a sofrer graves consequências futuras?”
Jogada com 6 cartas, representando os seguintes desdobramentos da pergunta feita pela Consultante:
- Situação Presente (o estado atual da Consultante, de uma maneira holística)
- Futuro Próximo (do momento da leitura feita para a Consultante até aprox. 6 meses)
- Influências Ocultas (o que atua, mas a Consultante não tem consciência, ou desconhece)
- O que é preciso saber (o que a Consultante deve estar alerta a respeito da sua saúde)
- O conselho do tarot (o que as 6 cartas aleatoriamente escolhidas pela Consultante lhe aconselham a fazer)
- Perspectivas futuras (o que poderá acontecer a partir de aprox. 6 meses da data da leitura feita para a Consultante)
• O JULGAMENTO
Essa carta é um alerta, um aviso para que estejamos atentos a algo importante e transformador e, em termos de saúde, simboliza, quase sempre, o prenúncio de um tratamento bem sucedido.
A consciência e responsabilidade da Consultante em realizar exames periódicos foi imprescindível para que o tumor fosse diagnosticado em sua fase inicial, o que é um excelente prognóstico de bons resultados, desde que ela cumpra, responsavelmente, todas as etapas do tratamento.
• SETE DE OUROS
A Consultante estará vivendo um período de constantes avaliações e no aguardo de resultados.
Como todo tratamento, há que se ter a necessária paciência para que ele surta os efeitos pretendidos e apresente os resultados desejados.
A doença leva um tempo para se instalar e ser corretamente diagnosticada. Portanto, é natural que há que se aguardar o tempo necessário
Posição 3: INFLUÊNCIAS OCULTAS
• DOIS DE ESPADAS
Ainda que a mente tente fantasiar e dificultar o raciocínio lógico, temerosa que está das circunstâncias presentes, é de vital importância encarar os fatos realisticamente, sem buscar subterfúgios.
A Consultante já demonstrou ser uma pessoa consciente da necessidade de realizar exames apropriados, de forma sistemática. No caso presente, este foi o seu grande trunfo para enfrentar, e, possivelmente, vencer a batalha presente.
Posição 4: O QUE É PRECISO SABER
• CAVALEIRO DE ESPADAS
Este é um momento de tomada de decisões. A Consultante não deve esquivar-se do processo de seu tratamento, ainda que ele possa vir a ser drástico ou doloroso.
Sem desconectar-se das suas emoções, deve evitar o sentimentalismo que acaba por provocar indecisões.
Ter conhecimento do problema, confiança nos profissionais escolhidos e respeitar o tratamento, sem auto-piedade, são condições de cura e restabelecimento.
Posição 5: PERSPECTIVAS FUTURAS
• ÁS DE OUROS
Essa carta é um aceno de uma grande energia material.
Pode simbolizar, no caso presente, a cura da doença e o completo restabelecimento da Consultante.
Pode indicar, também, o surgimento de novos tratamentos, técnicas, intervenções e remédios que atuarão de maneira positiva, através da indicação e acompanhamento médico, favorecendo a saúde da Consultante.
• ÁS DE PAUS
Ter Fé.
Esse é, basicamente, na situação da leitura, a recomendação do Tarot.
Acreditar na competência de todos os profissionais da área médica envolvidos em seu tratamento, bem como na eficácia das técnicas, intervenções, medicamentos, e na certeza de que a doença pode ser interpretada, por nós, como um momento de reflexão e de crescimento ou renascimento espiritual, deveria ser a atitude mental, emocional e espiritual da Consultante.
Podemos, encerrar essa leitura fazendo uma redução teosófica das cartas aleatoriamente escolhidas pela Consultante, levando-se em consideração que na soma o Cavaleiro tem valor de 12. Chegamos então ao seguinte resultado (20+7+2+12+1+1) 7, ou seja, o Carro, Arcano Maior de número VII. Essa carta, que simboliza, antes de mais nada, movimento, é bastante positiva e um bom presságio de que não só a cirurgia será bem sucedida, como todo o tratamento será conduzido bem, em suas sucessivas etapas. A Consulente deve manter a confiança no restabelecimento da sua saúde e encarar o futuro de maneira bastante promissora e amorosa.
Ainda que uma leitura oracular sobre Saúde, realizada com o auxílio das cartas do tarot, jamais pretenda vir a substituir ou interferir numa consulta com um médico, ela pode colaborar com a manutenção da qualidade de vida, na medida em que possa aumentar a percepção e a análise da sua condição física, mental, emocional e espiritual pelo próprio Consultante.
ATENÇÃO!
• Procure um médico sempre que aparecerem sintomas suspeitos.
• Faça exames regulares. Informe-se com seu médico sobre a necessidade, o tipo e a frequência de realização dos mesmos.
• Não tenha medo dos resultados. A ciência avança, a cada dia, de maneira acelerada. O seu médico saberá diagnosticar e aconselhar nas melhores e mais indicadas ações, atitudes a serem tomadas.
• Quando o assunto refere-se à saúde, nada ou ninguém substitui a opinião do profissional de medicina devidamente habilitado e credenciado.
• O tarot é um oráculo. Como a maioria deles, a sua intenção é a de alertar para potenciais, mas nunca substituir ou equiparar-se aos profissionais habilitados em suas áreas de atuação.
Links para Serviços:
• Portal do INCA - Instituto Nacional do Cancer: www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/inca/portal/home
• Hospital do Cancer do Rio de Janeiro: www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=147
• Onde se tratar de Cancer pelo SUS: http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/ 133cancer_sus.html
• Cancer de Mama: www.abcdasaude.com.br/artigo.php?611
Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações, comentários, links e leitura oracular disponíveis em ELEMENTOS DO TAROT possuem apenas caráter de entretenimento.
Imagens: TAROT OF THE OLD PATH, por Sylvia Gainsford e Howard Rodway
Em Julho:
CURSO DE TAROT: ARCANOS MENOREScom Alex Tarólogo
Duração: 16 aulas (4 meses) / Turmas às Terças e Sábados
Local: JARDIM DOS SENTIDOS – ESPAÇO HOLÍSTICO & LIVRARIA
(R. Barão de Ipanema, 94 Loja 103, em Copacabana – Rio de Janeiro)
Informações: (21) 2547-8939 e contato@jardimdossentidos.com.br
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Carta do Dia: 7 DE OUROS
As semanas passaram rápidas e a tia estava quase recuperada. Os médicos haviam dito que, apesar da idade, a fratura na perna havia se consolidado e que, em muito breve ela poderia caminhar sem o auxílio de muletas e, inclusive, voltar ao trabalho.
Ela sabia que logo, logo haveria de procurar emprego, visto que não havia razão para a família manter 2 cozinheiras e, desde o primeiro momento, ela estava consciente de que aquele era o lugar conquistado pela tia, ao longo de muitos anos de dedicação e trabalho, e que ela tivera a honra de substituir. A família demonstrava gostar muito das suas aptidões culinárias, da sua criatividade e capacidade de combinar diversos pratos, de origens diversas, e fazer, a cada dia, um cardápio que encantava a todos. A filha da patroa, inclusive, queixava-se, em tom de brincadeira, que por causa dela havia engordado não se sabe quantos quilos. As amigas da dona da casa, a cada almoço, lanche ou jantar que ela oferecia, faziam questão de irem até a cozinha cumprimenta-la, dirigindo-lhe os maiores elogios e, muitas vezes, pedindo a receita dos pratos por ela preparados.
Talvez a mais assídua dessas convidadas fosse a famosa jornalista, que escrevia sobre gastronomia em diversos veículos de comunicação e, inclusive, atualmente prestava uma assessoria a um programa matinal da TV onde a execução de receitas, as mais diversas, era o ponto alto. Essa jornalista, que havia conhecido seus talentos especialíssimos através de um simples e bem caseiro bolo de fubá com pedacinhos de goiabada cascão e finas lâminas de queijo coalho, era quem mais atenção lhe dedicava, questionando-a sobre os produtos usados nas receitas, as quantidades, os tempos de cocção ou de forno. Desde quando recebera o bolo, levado como presente, interessara-se por ela e enviava-lhe, regularmente, diversos recortes traduzidos de revistas estrangeiras, e matérias de publicações nacionais, para que ela lesse, se informasse, e colaborasse para que a sua criatividade fosse sempre estimulada e seus horizontes alargados.
Ela sentia-se envaidecida com toda a atenção que seus dotes culinários despertavam em todas aquelas pessoas tão acostumadas com os melhores restaurantes, com saborosas comidas provadas nos mais distantes cantos do mundo, que possuíam em suas casas cozinheiros formados em escolas de reconhecida importância. Ela não tinha do que se queixar. Tinha uma convivência extremamente amorosa com a tia e as primas, trabalhava no que mais amava, ganhava muito mais do que sonhara receber, era bajulada pelos patrões, seus amigos e convidados, e pelos outros serviçais que atendiam a família. Bem, o único que se queixava, em tom de brincadeira, mas certamente dizendo o que sentia, era o motorista. Ele sempre reclamava do fato dela estar totalmente imersa em seus afazeres na cozinha, e, mesmo quando ela a levava e trazia das compras nos supermercados, nas delicatessens, nos hortifruti, ela estava ora estudando um livro de receitas, ora lendo uma matéria de uma revista sobre doçaria, comidas típicas ou bolos decorados que a jornalista especializada lhe enviava.
Ele ficava intrigado com o fato de, diferente das outras moças, ela não querer sair aos finais de semana, de sentir-se bem na companhia da tia, de não estar mais interessada em conhecer os lugares interessantes da cidade ou mesmo ir passear pelos shoppings centers. Ela sorria, explicava que estava feliz, sim, e muito, mas que esse era o momento dela aprender mais, dela compreender, de uma forma explicada nos livros, da química do preparo dos alimentos, coisa que ela sabia apenas instintivamente. Ele sorria, meio entristecido, mas admirava a sua vontade em aprender, em especializar-se. Compreendia a sua ambição em evoluir. Reconhecia nela algo muito especial, uma paixão que nunca havia visto ninguém demonstrar, com tal intensidade, pelo trabalho. Ele gostava muito dela. Ela percebia. Qual é a mulher que não sente quando é amada? Mas, naquele momento, todo o seu ser estava voltado para a sua evolução profissional. Sabia que ali estava a garantia de realização de todos os seus demais sonhos.
Portanto, não foi surpresa alguma quando, na volta da tia ao trabalho, e depois da família ter-lhe agradecido de todas as maneiras possíveis, inclusive com o pagamento de um régio salário extra, pelas semanas de verdadeiro paraíso dos sentidos que viveram através dos seus dotes na cozinha, a jornalista convidou-a para trabalhar para ela. Era, sem dúvida, o maior elogio que poderia receber, e aceitou-o prontamente. Sabia, no fundo do seu coração, que mais uma etapa de sua vida começava naquele novo emprego. Ela estava feliz.
Quando um 7 de Ouros aparece numa jogada de tarot, dependendo sempre da sua localização e das demais cartas que o acompanham, bem como da questão proposta pelo Consultante, pode simbolizar que o Consultante está fazendo uma revisão dos resultados e determinando novos objetivos a serem alcançados. Os frutos do trabalho só farão felizes aqueles que identificarem neles a verdadeira expressão de seus interiores. A pessoa consegue avaliar o seu progresso através da avaliação das suas experiências. É um momento em que, olhando para o passado, a pessoa percebe, com satisfação, o caminho percorrido e os êxitos obtidos. Existem assuntos práticos, objetivos, que o Consultante só conseguirá resolver na medida em que toma consciência de seu próprio destino, ou seja, do seu propósito na vida. Até mesmo os fracassos são importantes para o Consultante, isto se eles indicarem o que não é importante para a sua realização pessoal. O que tiver sido construído já tem uma certa autonomia e pode evoluir por si próprio. O trabalho árduo e a determinação começam a apresentar resultados sensíveis que vêm as frustrações dos erros passados. Melhora sensível no estado de saúde.
Numa posição menos privilegiada, o 7 de Ouros mostra uma grande insatisfação. O Consultante sente-se preso a um trabalho, a um relacionamento, a um compromisso que não o satisfaz, não lhe proporciona nenhum prazer. Pode significar uma piora no estado de saúde. Fraqueza. Estagnação. Perder coisas de valor. As coisas não saem da maneira que o Consultante planejara e algo morre pelo caminho. Período de inquietação. Desânimo. Bancarrota. Falência. Investimentos mal sucedidos.
Sob os auspícios do astuto, hábil e eloquente Mercúrio, regente das quartas-feiras, e com a Lua Cheia transitando em Aquário, estaremos vivendo uma energia bastante estimulante que, com criatividade, nos ajudará a ultrapassarmos os nossos problemas. Estejamos atentos a observar e interpretar os sinais que se farão notar em nosso cotidiano. Eles serão de grande ajuda para que possamos encontrar a nossa própria medida, nossa própria importância, o que fará com que cresçamos na medida que nossas atividades, nosso trabalho, também evolui.
Tenham todos um muito produtivo dia!
Em Julho:
CURSO DE TAROT: ARCANOS MENORES
Duração: 16 aulas (4 meses) / Turmas às Terças e Sábados
Local: JARDIM DOS SENTIDOS – ESPAÇO HOLÍSTICO & LIVRARIA
(R. Barão de Ipanema, 94 Loja 103, em Copacabana – Rio de Janeiro)
Pré-Requisito: conhecimento básico dos 22 Arcanos Maiores
Informações: (21) 2547-8939 e contato@jardimdossentidos.com.br
Imagem: OLD TIME TAROT
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Carta do Dia: 7 DE OUROS
Minha irmã recebeu de herança, quando seu marido faleceu, uma fazenda. Ela, que via naquele bonito pedaço de terra uma parte do seu amado, da vida que viveram juntos e dos sonhos que haviam construído, decidiu preservá-la e dar continuidade às intenções que ele tinha com aquele imóvel. Da noite para o dia ela passou a fazer cursos, contratou técnicos, visitou feiras agro-pecuárias pelo país inteiro, ingressou em sindicatos, recebeu convites de fabricantes de fertilizantes, de produtores de sementes, propostas de arrendamento, de parceria, trocou de administrador algumas vezes, esperou pacientemente que o filho mais velho se formasse em agronomia, viajou para a Índia para conhecer matrizes de algumas espécies de gado, frequentou leilões, aprendeu sobre novas tecnologias e equipamentos. Enfim, quando menos se esperava, ela já era considerada uma expert no assunto.
Acompanhei de perto as suas expectativas, a cada estação, pelos resultados da colheita. A alegria dos lucros obtidos após o extenuante serviço de arar a terra, adubar, semear, irrigar, cuidar que as ervas daninhas não sufocassem o crescimento das espécies e que as condições climáticas fossem favoráveis. E depois, a chegada de caminhões carregados de mão de obra contratada especialmente para a colheita, os chamados “bóias-frias” (há dois filmes americanos sensacionais sobre esse tema: “A Leste do Éden” e “Cinzas no Paraíso”), e o trabalho sem horário para terminar, dia e noite, de colheita. E, como se não bastasse, a eterna preocupação com a flutuação dos preços desses produtos, considerados essenciais, na bolsa de mercadorias.
Bem, isso quando tudo dava certo. Não foi nem uma, nem duas vezes que a vi chorando após uma geada ou uma seca que lhe destruia as plantações, os sonhos e desafiava as suas esperanças. Empréstimos bancários, com garantias de safras futuras, eram devidos mas… cadê a safra? O solo árido, o gado magro, os funcionários desanimados, a necessidade de novos investimentos para que, uma vez mais, se apostasse nas benesses da Natureza, na benevolência da Mãe-Terra, na cooperação da calota de ozônio, na eficácia de inseticidas que não fossem prejudiciais ao meio ambiente. Ou então, a angústia de ter de se decidir por um outro tipo de cultivo, de abandonar todo um planejamento previa e conscientemente realizado e investir em algo diferente, novo, que ainda que contivesse possibilidades e prometesse uma reversão nos revezes, não era garantia alguma de sucesso. Ou então, confrontar-se com as opiniões de familiares, amigos, conhecidos, e vender a propriedade aplicando o dinheiro neste ou naquele empreendimento, considerados sempre muito mais lucrativos e de fácil manejo. Encruzilhadas em que se via, ou era atraída pelo destino, onde tinha que assumir uma postura, defendendo uma posição ou cedendo ao que pareciam serem evidências incontestáveis e mudar.
Todas as vezes que um 7 de Ouros (Pentáculos, Moedas, Discos, Pedras, Diamante) surge numa leitura, lembro-me dela, da fazenda, e do verdadeiro legado do meu cunhado: a descoberta de saber-se preparar para os embates da vida, utilizando para tanto todos os seus recursos pessoais, aprimorando-os, fazendo grandes investimentos materiais e emocionais, aprendendo com os ciclos da Vida, integrando-se com as estações e os tempos da Natureza, andando em conjunto e aprendendo a ouvir a terra, o som da vida germinando e nunca, nunca, desesperar-se. Nunca perder essa conexão, essa harmonia com as forças cósmicas materialmente reproduzidas naquele hectares de terra.
Paciência foi o que eu aprendi ao observar a sua luta diária. A necessidade de compreender e aceitar que há um tempo determinado para tudo, que não adianta “colocar o carro à frente dos bois”, pois o resultado será sempre prematuro. É a paciência da mulher grávida que sente a vida se desenvolvendo dentro de si e sabe que tem que aguardar pacientemente para que aquele ciclo se complete no tempo correto. É a sensação que temos, depois de termos trabalhado muito e investido toda a nossa capacidade, chegando ao ponto que nada mais de nosso podermos acrescentar, saber que temos que, pacientemente, aguardar, pois o desenvolvimento está nas mãos dos outros ou do próprio destino.
Às vezes o 7 de Ouros nos fala que é chegado a época da colheita e, com ele, o momento de avaliarmos os resultados. Será que o investimento em material, esforço, determinação e tempo compensaram os resultados obtidos? Será que valeu realmente a pena a nossa dedicação? É tempo de mensurar o nosso progresso. Podemos senti-lo lento e que o potencial do nosso planejamento ainda não foi totalmente desenvolvido ou explorado, porém as recompensas foram ganhas de forma honesta, ainda que não tenham sido as pretendidas. Talvez seja o momento de reavaliamos, lógica, objetiva e destemidamente o que poderemos fazer de diferente da próxima vez e implantarmos uma nova política de trabalho, de conduta, de ética, de estrutura, investindo em novos equipamentos, recursos, informações. Talvez, este pequeno quinhão que agora recebemos seja apenas o prenúncio de uma série de melhores compensações a longo prazo. É preciso manter a clareza mental, a objetividade, estar disposto a mover-se através de diferentes estágios de aprendizagem e tempos de desenvolvimento, mantendo sempre a determinação e o foco.
Quando essa carta aparece numa leitura de tarot, dependendo de sua posição no esquema e das cartas que lhe são próximas, além da questão aventada, pode também significar estar-se desnecessariamente preocupado com dinheiro, perigo de maus investimentos, perder coisas de valor, gastos, pobreza, falência, escravidão, não emprestar e nem pedir emprestado, impaciência, estagnação, insegurança em relação aos seus talentos ou habilidades, extrema depressão, saúde ruim, enfrentar os problemas consciente de suas reais importâncias, lenta recuperação, aparecimento de novas oportunidades, conhecimentos de pessoas interessantes, optar por qual caminho seguir, ouvir conselhos de pessoas experientes, viagens, tempo de crescimento e espera.
Não há fracasso passado que não possa ser vencido com o trabalho árduo e a vontade de superação. Lembre-se de viver, intensa e inteligentemente, um dia por vez, permitindo que os eventos se sucedam ao seu próprio tempo. E, como um tema para reflexão neste dia, o 7 de Ouros sugere que se medite sobre o fato de que a para obtermos a felicidade, e uma bela colheita, devemos semear o amor através de atos de bondade, paciência, resignação e compaixão.
Tenham todos um excelente e produtivo dia!
