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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Baralho Lenormand (Baralho Cigano): a Âncora (Snapchat: ALEXCARLOS60)


Equilíbrio, segurança, estabilidade, encontrar "um porto seguro", permanecer, resistir, são algumas das muitas opções de interpretação que temos à disposição quando nos deparamos com a carta de número 35 do Baralho Lenormand (também conhecido como Baralho ou Tarô Cigano), a ÂNCORA, numa leitura desse sistema.
Ao mesmo tempo que ela pode responder confirmando que aquele investimento que você fez é seguro, que o seu casamento é estável e tem possibilidades de continuar por muito tempo, ela também pode ser menos auspiciosa quando queremos saber se o tratamento daquela doença será breve, ou se aquela decisão da Justiça da qual você precisa para resolver sua vida sairá logo: nesses dois casos a ÂNCORA pode representar um longo tempo de espera, algo crônico, estacionado.

Vale lembrar que o Baralho Lenormand, entre os oráculos, é um dos que são mais objetivos (sem escolas esotéricas ou filosóficas na sua criação, e isso não o diminui em nada, ao contrário!) e que, portanto, às vezes a resposta está praticamente revelada na imagem real da carta. No caso da ÂNCORA poderíamos pensar em mar, beira mar, férias ou passeio na praia, passeio de barco, de escuna, de lancha, marinheiros, pescadores,  e, se estendermos um pouco mais o significado: estacionar (qualquer veículo) e estacionamento e garagem.
Mas, é claro, que sempre iremos depender do tema da leitura e das demais cartas próximas para formularmos uma interpretação mais apurada desta (e de todas as demais!) cartas.

Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração e conhecimento técnico, no momento da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.

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sábado, 12 de dezembro de 2015

Baralho Lenormand (Tarô Cigano): o Barco (Snapchat: @ALEXCARLOS60)


Mudanças, alargamento dos horizontes, viagens, expansão econômica, comércio exterior, importação e exportação, estrangeiro, espírito aventureiro, instabilidade emocional ou em assuntos relacionados a dinheiro, além da aquisição de um carro ou outro meio de transporte, são algumas das muitas possibilidades que podem definir o surgimento do NAVIO, carta nº3 do Baralho Lenormand (também conhecido como Baralho ou Tarô Cigano) num jogo, ou tiragem.

Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração, no momento da gravação ou da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Baralho Lenormand: o Barco (Snachat: alexcarlos60)


Baralho Lenormand (também conhecido como Baralho Cigano):  o Barco

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segunda-feira, 1 de março de 2010

Carta do Dia: 6 DE ESPADAS

    

Elemento Ar   (quente, úmido)
Título Esotérico Senhor do Sucesso Merecido
Astrologia Mercúrio em Aquário
Numerologia 6 :  harmonia, prazer, perfeição
Cabala Tiphareth (beleza) em Yetzirah (mente)
I Ching Chung Fu     image ,  verdade interior
Arcanjo Rafael, רפאל מלאך,  curador, médico
Dia da Semana Segunda-Feira,  regente Lua
Lua Cheia
Dia da Semana Segunda-Feira,  regente Lua
Signo Peixes,  regente Netuno
Ano 2010 (=3), regente Vênus
Era Aquário, regente Urano e Saturno

     vt6swords Desde sua concepção verdadeiras maravilhas e milagres aconteciam, prenunciando que a chegada de Buda era auspiciosa. Quando criança, seu pai consultou um conselho de sábios brâmanes que lhe disseram que o dia em que seu filho, chamado Siddharta, conhecesse a velhice, a doença e a morte, ele se tornaria um asceta. Apesar de todos os esforços empreendidos por seu pai, para que a profecia não se realizasse, Siddharta insistia em sair de dentro dos muros do palácio onde vivia.

     Um dia, após muita insistência, Siddharta pode finalmente passear pelas ruas da cidade e em seu caminho deparou com um velho que mal conseguia se amparar em seu cajado; com uma mulher gemendo de dor e com um funeral. Por último, deparou-se com um asceta mendicante que lhe disse que havia abandonado o mundo para, sobrepujando a alegria e o sofrimento, encontrar, finalmente a tão almejada paz em seu coração. Siddharta havia tomado conhecimento do sofrimento e da morte.

     A partir desse momento ele sabia que deveria partir, abandonando todos os confortos, os prazeres, a idéia de segurança que vivia. Difícil foi convencer seu pai, o rei, desse intento. Mais ainda difícil foi abandonar sua jovem esposa e seu filhinho. Uma noite, plenamente convencido de que essa era a sua missão, olhou pela última vez para a sua família que dormia, e silenciosamente despediu-se deles. Caminhou até as portas da muralha que circundava o palácio real onde vivia, abriu a grande porta, e, sem olhar para trás, partiu. Naquele momento morria o príncipe Siddharta para nascer o Buda, que iniciava a verdadeira viagem da sua alma.

     Há momentos em que somos forçados a abrir mão de algo que nos é muito importante e esse processo é, frequentemente, muito difícil. Todavia, a tristeza da “perda” será substituída por um esclarecimento muito maior, uma calmaria nas águas revoltas dos pensamentos e dos sentimentos, que proporcionará uma nova compreensão, um novo entendimento e aceitação das mudanças em nossa vida.  São muitas as ocasiões em que o que parece ser tristeza, dor e perda é simplesmente as dores do “parto” de um novo futuro e de uma mais pacífica experiência de vida.

     Certamente não foi fácil ao jovem Siddharta abandonar sua família, seus amigos, a proteção que recebia da corte, as delícias com as quais convivia dentro dos muros da casa paterna, o palácio. Foi-lhe doído abandonar a mulher amada, a esperança de assistir ao crescimento de seu filho, decepcionar as esperanças de continuidade de seu pai, dizer não a todos os benefícios e facilidades gozadas no seio da família. Trocar isso pelo desconhecido, por um mundo onde a realidade é nua e crua, onde a necessidade de sobrevivência é cotidiana, onde os ciclos da vida são vivenciados em todas as suas etapas causa dor, medo, angústia. Mesmo assim, Siddharta sabia que era chegado o momento. Ele acreditava na sua verdade interior.

     Numa leitura de tarot, quando o 6 de Espadas surge, dependendo sempre de sua posição e das demais cartas da jogada, além da questão proposta, ele pode significar que é chegado o tempo do consulente deixar a casa paterna e construir seu próprio caminho; que é necessário afastar-se um pouco para melhor avaliar a dimensão de um problema ou de uma situação; buscar segurança física, emocional ou mental em um outro lugar; estar cercado de pessoas vivendo uma mesma situação;  que é chegado um merecido tempo de descanso após uma árdua batalha; uma viagem, especialmente por navio, na companhia de várias pessoas; o término de uma dificuldade; encontrar seu próprio caminho; ser dono de seu próprio destino; poder contar com a ajuda de terceiros se quiser ou necessitar; buscar suas recompensas. 

     Nós criamos nosso próprio mundo, nossa própria realidade. Somos responsáveis pelas nossas escolhas e pelas suas consequências. Podemos aproveitar as energias positivas do Sol (vitalidade, consciência e poder) e de Júpiter (otimismo, abundância, conhecimento) que estão juntos no céu para reforçarmos as esperanças e nos abrirmos à espiritualidade. Como estamos sob a influência de Peixes, estamos num momento de maior receptividade, quando estamos propícios a compreendermos as nossas verdades, aquilo que o nosso coração sabe há muito. É uma excelente ocasião para buscarmos uma orientação espiritual que nos dê suporte para as nossas decisões. O Arcanjo Rafael, o curador, aí está a nos proteger nessa travessia, amenizando a dor das separações, do desapego, do abandono das limitações e nos harmonizando entre os planos físico, emocional e mental.

     Com a Lua na sua fase mais excessiva e Mercúrio, o viajante, nos sugerindo grandes e novas explorações, valendo-se do idealismo e do sentido de direção de Aquário (as qualidades fugazes e incertas de ambos são controladas por Saturno, um dos regentes de Aquário), podemos iniciar novos empreendimentos nos quais nos sintamos plenamente realizados. É chegada a hora de viver a sua verdade, por em ação aquilo que você quer realmente ser e fazer. Haja sempre com absoluta clareza, utilizando-se da lógica, da sua capacidade de raciocínio, de conselhos valiosos de quem mais sabe e da sua própria experiência pregressa. Mas invista nos seus sonhos, busque o seu caminho, ultrapasse as fronteiras do comodismo, tenha fé e acredite na sua voz interior.

     Lembre-se sempre que o real significado desta carta é: “O Sucesso após ansiedade e contratempos”, medite a respeito e tenha um ótimo dia e um excelente início de Março.

A sabedoria não se transmite. É preciso que nós a descubramos fazendo uma caminhada que ninguém pode fazer em nosso lugar e que ninguém nos pode evitar, porque a sabedoria é uma maneira de ver as coisas.”  _  Marcel Proust