segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Pajem de Paus (Snapchat: TAROTEANDO)
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
6 de Espadas (Snapchat: TAROTEANDO)
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Pagem de Copas (Periscope: @ALEXTAROLOGO)
Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração, no momento da gravação ou da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.
Se você também gosta de Tarot, de cartomancia, sinta-se convidado a conhecer minhas páginas nas diversas mídias:
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Baralho Lenormand: a Carta (Snapchat: ALEXCARLOS60)
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domingo, 29 de novembro de 2015
Baralho Lenormand: o Cavaleiro (Sapchat: ALEXCARLOS60)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Carta do Dia: PAJEM DE ESPADAS
| Título | Príncipe dos Ventos Violentos |
| Elemento | Terra (Malkuth) no Ar(Espadas) |
| Tetragramaton | He (final) |
| Arcanjo | Sandalphon |
| Nome Divino | Adonai Ha Aretz |
| Mundo Cabalístico | Assiah (mundo da Matéria) |
| Sephirah | Malkuth (Reino) |
| Virtude | Discriminação |
| Vício | Inércia |
| Obrigações em cada Sephirah | Integridade |
| Divindade na Árvore | Terra, Grão |
| Atividade Social | Catalisador das Mudanças |
| Arquétipo Social | Mensageiro, Enviado |
| Planeta | Terra |
| Signo | Gêmeos, Libra, Aquário |
| Pedra | Cristal de Rocha |
O que é que os advogados, os soldados, os policiais, os detetives, os diplomatas, os espiões, os esportistas, pilotos de carros de corrida ou de aviões, os bombeiros, caçadores, mensageiros, designers, quiropatas, instrumentadores cirúrgicos, paramédicos, os engenheiros, os mecânicos, os eletricistas, os torneiro-mecânicos, os encanadores, os carpinteiros, só para citar alguns, têm em comum?
Resposta: são atividades típicas das pessoas que o Pajem de Espadas representa. São carreiras ou profissões que dão preferência a novas idéias e tecnologias, identificando e sabendo utilizar dos recursos, mecânicos ou não, que lhes são disponibilizados. Tornam-se alertas e defensivos quando necessário e dispostos a reagirem rapidamente a uma nova situação ou problema. São tão curiosos quanto uma criança pequena em sua descoberta do mundo que a cerca. Gostam de exercitarem suas mentes submetendo-as a desafios que requeiram talento, humor, inteligência e destreza. Sabem, muito bem, protegerem suas posições.
O Pajem de Espadas é um jovem que ainda não aprendeu a arte da esgrima. O alerta desta carta é contra os erros causados pela imprudência, pelo arrebatamento e pela irreflexão que nos faz chegar a conclusões temerárias, sabendo que idéias impulsivas podem, muitas vezes, a reagirmos de forma desajeitada e abrupta. Ainda que esse jovem Pajem represente novas idéias, opções e oportunidades, ele muitas das vezes as “poda” com a sua maneira impetuosa e obtusa de brandir a sua espada. Por esse motivo, ele, que logo estará sozinho no mundo, agindo por conta própria, poderá encontrar problemas no estabelecimento e manutenção de seus contatos e amizades
Numa tiragem de tarot, dependendo da função representativa que o Consultante tiver dado a essa carta (representa a ele ou a alguém de seu meio?), da sua posição na jogada, das demais cartas que a acompanham e da questão proposta para a leitura, o Pajem de Espadas pode simbolizar, em sua forma mais positiva, alguém espirituoso, vigilante, hábil, esperto, alerta, assertivo, ativo e audacioso. Alguém que goste de ser desafiado mentalmente, que gosta de prestar atenção em si mesmo e nos outros, coletando dados e informações. É disciplinado, dotado de um conhecimento prático, às vezes incorrendo em lugares-comuns na sua maneira de pensar. É bastante inquisitivo, astuto e perspicaz.
Negativamente, o Pajem de Espadas pode representar pessoas que vivam sempre na defensiva, paranóicas, cheias de suspeitas. Podem ser personalidades ilógicas, vingativas, cáusticas, tolas, mordazes, contundentes, rancorosas. Fala também de abuso físico ou psicológico.
De uma maneira geral esta carta representa tudo o que é novo, tudo o que é experimental, todas as novas formas de se pensar, Ela nos alerta a nos precavermos tanto da credulidade como da ignorância, que pode nos levar a protestarmos sobre algo em que não estamos bem fundamentados, a uma falta de confiabilidade generalizada e a tomadas de decisões bastante dogmáticas em sua essência. Nos lembra a permanecermos mentalmente saudáveis, a buscarmos tarefas e desafios que sejam desafiadores. Permitir-se descobrir a própria leveza de ser e de viver, usando sempre de muito humor e charme, evitando afirmações pré-determinadas, preconceituosas e tudo o que possa causar discussões. Esta carta fala-nos também para trabalharmos, de forma atenta e criativa com as imagens que surgem nas nossas mentes e também na dos outros.
Se há um conselho que o Pajem de Espadas pode nos dar é o de levarmos a vida de maneira mais leve e solta. A não delegarmos aos outros o nosso poder e capacidade de discernimento. Que o valor de uma nova idéia não deve ser julgado pelo que ela é, no momento, mas apenas pelo que ela poderá vir a ser. É ter consciência que o que o ser humano pode compreender é muito menor do que as coisas realmente são. E como um conselho final, essa carta nos lembra que faz uma enorme diferença se compreendemos, ou não, nossa contribuição individual e, também, a usarmos da melhor forma as nossas habilidades, de tal maneira que possamos fazer com que nossas vidas sejam mais fáceis, mais bem intencionadas, mais divertidas de serem vividas, tanto por nós mesmos como por todos os demais seres humanos.
Nesta quarta-feira, com Mercúrio como regente do dia e com a Lua Minguante (hoje Lua Negra) em Touro, podemos nos beneficiar para reorganizarmos os nossos projetos e percebermos que está mais fácil realizarmos nossos planos para o futuro. Além disso, Lilith (a Lua Negra) é um chamado para que nos dediquemos a explorar melhor os lados mais ocultos da nossa personalidade, procurando nos conhecermos mais e melhor, o que, certamente, só trará vantagens. Portanto… aproveite para se conhecer melhor e usar as asas de Mercúrio para voar para o seu destino!
Imagem: BOSCH TAROT, de A. Atanassov
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Carta do Dia: A TORRE
Pela segunda vez neste mes a Torre aparece como a Carta do Dia. Há que se levar em consideração essa mensagem que nos é enviada em forma de “coincidência”.
Sendo uma das cartas mais temidas pelos consulentes numa leitura de tarot (as outras costumam ser, na minha experiência, a Morte e o Dez de Espadas), sua representação normalmente parece não deixar dúvidas de que algo de ruim está por acontecer. Na grande maioria das vezes isso não é uma verdade. Talvez até mesmo por esse motivo eu tenha escolhido, para ilustrar esta postagem, uma carta desenhada por Robert M. Place para o seu “Buddah Tarot” e que tem muito mais a ver com o aspecto desse arcano que eu pretendo abordar.
Sim, a Torre indica que estamos vivendo, ou a necessidade de viver, uma verdadeira revolução em nossas vidas e, quase sempre, pelo seu aspecto fortemente arquitetônico, a associamos a catástrofes ou mudanças radicais que atravessamos no plano material. Por exemplo: os deslizamentos de terra ocorridos no início do ano em Angra dos Reis, resultado de uma provavelmente incorreta ocupação do terreno. Ou o terremoto que recentemente assolou o Haiti, completamente alheio à vontade ou ao controle humano. Ou o fato de um grande velejador perder uma perna num acidente inesperado e praticamente improvável. Há tantos outros mais…
Basicamente a Torre é um sinal vermelho de algo não está indo bem. Que é necessário que se faça alguma coisa para mudar ou então o Universo irá resolver a questão, esclarecendo o que precisa ser compreendido e provocando as mudanças para que o novo ressurja dos escombros. Em qualquer dos casos, sua experiência é sempre muito dolorosa, difícil de ser vivida e aceita.
Mas a Torre é sempre um chamado para uma nova consciência. Uma revisão das bases em que os nossos valores, crenças, verdades, certezas estão fundamentados e a triste comprovação de que costumam ser muito frágeis, prontos para ruirem a qualquer giro da roda do destino. Quantas vezes nos isolamos em construções, físicas ou mentais, no sentido de nos protegermos, de criarmos uma “fachada” que nos torne mais atraentes e aceitos socialmente, que nos garanta a idéia de uma falsa felicidade, um falso sentido de segurança? Pois é, são essas construções mal planejadas, erguidas para esconder ao invés de abrigar, esses muros e barreiras que interpomos entre a verdade e a “nossa” verdade que acabam, mais cedo ou mais tarde desmoronando, causando-nos desconforto, medo, desespero, mas que em realidade são o início do fim. Do fim das ilusões, das fantasias, da falsidade, da mentira, do orgulho, do isolamento, da nossa incapacidade de aceitar um outro ponto de vista.
A Torre é a carta que segue a do Diabo e, se este representa a opressão, os nossos instintos mais primitivos, os nossos vícios, aquilo que queremos esconder de todos, a queda da Torre é exatamente o momento em que nos libertamos desses entraves, aceitando-os, expondo-os à luz brilhante, reconhecendo-os como nosso e não nos sentido prisioneiros deles. É um momento de iluminação, quase sempre representado, nas cartas, por um fulgurante raio que destrói a parte superior dessa construção. É uma oportunidade que nos damos, ou então que o Universo nos força a aceitar, de nos abrirmos à espiritualidade, ao autoconhecimento, à harmonia, à eliminação de valores, condutas, rotinas há muito esclerosadas. O raio significa um momento de compreensão espiritual (iluminação) que destrói o erro e a ignorância. Podemos ser a fonte geradora dessa fonte de mudança ou vítimas dela. Mas é certo que as coisas nunca mais serão como foram.
Aceitar esse fato, inesperado e avassalador, como uma oportunidade de recomeçar do zero, reconstruir a vida sobre bases sólidas aproveitando as experiências do passado com sabedoria, liberto de antigos padrões e grilhões, com os dois pés no chão, abandonando perdidas ilusões, necessita da força e coragem de acordar para uma nova realidade. Essa é a proposta da Torre. Se o Diabo é a carta que antecede à Torre, a Esperança (a Estrela) é a que a sucede. Certamente dias melhores virão.
E se hoje as coisas não sairem exatamente como você havia planejado, ainda que isso o chateie e faça lastimar-se, procure lembrar que no futuro você não terá razões para reclamar daquilo que hoje foi frustrante.
Permita-se reconhecer e aceitar o que o Universo propõe para o seu crescimento e tenha um excelente e renovador dia!
Imagem: BUDDAH TAROT, de Robert. M. Place
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Carta do Dia: O MAGO
Maria Luiza (vamos chamá-la assim) sempre foi batalhadora. Filha de boa família, era meio ovelha negra pois seus interesses sempre conflitaram com os sonhos que seus pais alimentavam para ela: colégio de freiras, curso de piano, debutar no Country Club, apaixonar-se pelo filho de algum bem estabilizado amigo, casar-se, ter filhos e fechar o livro crente de ter vivido feliz, sempre, e para sempre.
Coitados…
Maria Luiza era a mais rebelde do colégio, aluna brilhante sem nunca ter dado a impressão de estudar. Copiava dos amigos, com algumas alterações, os trabalhos escolares e… voilà! Ela tirava a nota máxima enquanto aquele que havia emprestado o seu material para cópia, na melhor das hipóteses, ganhava um 6, e olhe lá que ainda era possível que ficasse com a fama de ter copiado da criativa colega...
Minha amiga nunca debutou, nunca se interessou pelos promissores pretendentes que a família insistia em lhe apresentar, nunca casou-se de véu, grinalda e vestido assinado mas aprendeu um pouco de música, sim, só o suficiente para tocar guitarra numa banda maluquíssima que ela formou com a “tchurma”.
Como a vida é cheia de caminhos, desvios, abismos, perdi contato com ela por muitos anos até que um dia, no saguão do teatro, vejo aquela figura de cabelos revoltos, repicados e descoloridos, bronzeadíssima a me acenar. Maria Luiza, vivíssima e coloridíssima. Beijos, abraços, afagos e lá vou eu, sequestrado para fora do teatro, da peça que eu queria assistir, pelas mãos que me prometiam estórias mil, muito mais vívidas, hilárias e, provavelmente, edificantes da que eu havia programado ver.
Maria Luiza cansou-se da rotina e há uns 10 anos alugou seu apartamento, vendeu o ponto do brechó que tinha, pediu ao pai um “adiantamento” da herança e foi-se banhar nas águas e na cultura espanhola. Não foi preciso muito tempo para que aquele “dolce far niente”, sustentado pelo dinheirinho guardado na mala, começasse a ficar com cara de pesadelo em gravura de Goya. Hora de procurar emprego. E lá vai minha amiga oferecer o que sabe e pode fazer, frustrando-se a cada tentativa pelas óbvias razões de ser estrangeira, sem visto de permanência, sem possibilidade legal de requerer trabalho. Até que, decidida a “descer do salto”, aceitou uma vaga de faxineira numa boutique transadíssima de Ibiza, frequentada pelo jet set internacional que ainda doura seus corpos naquele arquipélago.
Trabalho árduo, sem charme, desestimulante, mal remunerado e com nenhuma probabilidade de progredir. Mas não, para Maria Luiza, é claro! Aproveitando que o trabalho era noturno e solitário, antes de ir embora, re-arranjava as vitrines da loja, trocando as roupas das manequins, reposicionando-as, acrescentados detalhes e acessórios, mudando peças de cenário e reposicionando as luzes. Não custou muito para que a gerente da loja ficasse enciumada e a proprietária felicíssima com o talento, a criatividade, a ousadia e a habilidade daquela brasileira. Em pouco tempo, Malú era a vitrinista oficial e, abusada que só ela, sugeriu a organização de um desfile na rua em frente à loja, o que atraiu não só a atenção dos turistas, mas da mídia local e o olho muito bem treinado de um famoso costureiro que ali passava férias.
Bem, antes que este texto vire uma biografia não autorizada da minha amiga, hoje ela mora muitíssimo bem em Paris onde é personal assistant de uma das mais famosas casas de alta costura européia (dessas que os nossos camelôs vendem as cópias dos óculos, das bolsas, dos cintos, dos echarpes, dos perfumes, etc), ganhando “rios de dinheiro”, viajando o mundo para absorver tendências e desenvolver idéias para novos produtos, íntima amiga de manequins que a imprensa imortaliza em suas páginas, frequentando as casas, os barcos e os aviões dos clientes, inclusive daqueles da boutique insular onde ela um dia foi faxineira.
Bom, pessoal, acho que mais nada é preciso acrescentar sobre o Mago, a Carta do Dia que saiu na tiragem desta manhã. Qual é a mensagem que ela traz (afinal Mercúrio, o planeta, é o regente desta carta e o patrono das comunicações), o que podemos aprender meditando nela? Tentem: muito trabalho, idéias variadíssimas, inspiração, determinação, disciplina, astúcia, desinibição, vitalidade, ter jogo de cintura, ser flexível frente aos desafios, saber o momento de agarrar as oportunidades, ouvir a própria intuição, ter total controle sobre a própria vida mas sem ficar presa a nada, saber a mágica de transformar velhas situações em algo surpreendentemente novo, saber expressar-se e gostar de comunicar-se, saber negociar e, sobretudo, persuadir.
Há aspectos negativos a serem considerados? Claro que sim: malandragem, mentira, futilidade, manipulação, imaturidade, amoralidade, falsidade, desonestidade, charlatanice, superficialidade, irresponsabilidade, hiperatividade e paranóia. Cuidado, muito cuidado com isso tudo.
Aproveite, então, o dia de hoje para vivenciar o Mago que vive em você, começando a elaborar um novo projeto, pesquisando muito a respeito, sonhando com possibilidades, esperando pelo melhor. Procure ler as mensagens, os sinais enviados pelo Universo em todos os acontecimentos deste dia, especialmente nos mais banais. Esteja atento aos seus pressentimentos, à sua intuição e use o poder da sua vontade, concentrando-se nos seus desejos e contemplando-os, em sua mente, já realizados.
Tenha um excelente, criativo e produtivo dia!
Ilustração: LUNATIC TAROT
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Carta do Dia: 8 DE PAUS
A proximidade de um novo ano, e com isso o encerramento de um ciclo e início de outro, nos estimula a despirmo-nos de opiniões, atitudes, afirmações, comportamentos que nos pareceram tão acertadas e que, finalmente, as vemos como obsoletas e prontas para serem descartadas junto com os demais velhos objetos, papéis, roupas das faxinas anuais.
Essa sensação de estar-se pronto para a renovação, com novas forças para atingir outras metas, com o espírito preparado para evoluir ainda mais nos dias vindouros é que justifica o aparecimento de um 8 de Paus numa tiragem.
O elemento fogo (Paus = Fogo = Espiritualidade) é transformador e quando surge é sinal de mudanças quase sempre muito benéficas, portanto esse arcano nos fala de está surgindo um período de muita ação após lutas e atrasos. É aquela "virada" que os artistas, de uma maneira geral, esperam: o desbloqueio da criatividade, a liberação de energias criativas depois de um período de dificuldades. É o verdadeiro arauto da superação do bloqueio artístico.
Todos nós precisamos de conflitos e competição para podermos criar. A atividade criativa é altamente questionadora e demanda todo um investimento de energias e de fórmulas para ativá-las em nosso próprio benefício. A presença do conflito saudável é o motor de partida da imaginação criativa senão, veja só: porque nos esforçaríamos para sermos bons e dedicados trabalhadores, funcionários, empregados, donos de empresas, donas de casa, estudantes, etc, se não houvessem obstáculos naturais na prática dessas atividades que demandassem um esforço ainda maior para encontrarmos soluções para eles? Se não houvesse uma hierarquia de cargos (e salários) dentro do trabalho, não haveria razão para competirmos (saudavelmente!) por melhores posições, por melhores benefícios. Se não houvessem horários a serem cumpridos, resultados a serem obtidos, qual seria nosso estímulo para agilizarmos nossas atividades e conseguirmos, através de muito jogo de cintura, darmos conta de toda uma escala de coisas a serem resolvidas a cada dia?
O 8 de Paus trás a mensagem de que estamos vivendo um período de muita atividade, de idéias a mil, da criatividade correndo solta, do surgimento de soluções surpreendentes, de facilidade de expressão e de intensa, clara e precisa comunicação.
Isso, é claro, acaba por solucionar velhas pendengas; nos liberta da confusão para um estado de certeza e elucidação; nos resgata da fraqueza e do abatimento, substituindo-os pela força (física, emocional, mental, espiritual); nos traz a fé no lugar da dúvida. Nos faz, enfim, encontrar um propósito maior na vida.
É claro que também nas questões mais cotidiana, mais práticas, podemos ver a ação prometida por essa carta: viagens, sobretudo as aéreas, com o intuito de passeio, férias, diversão (mas isso, principalmente nesta época do ano, é até muito óbvio); uma mudança de residência não está totalmente fora das perspectivas anunciadas pelo 8 de Paus. Em termos de trabalho, o crescimento profissional é bastante provável e a facilidade permitida pela clareza de comunicação só pode estimular e trazer grandes benefícios ao trabalho em equipe. Mensagens, e-mails, cartas, bilhetes, telefonemas são esperados e até as "flechas de Cupido" podem ser interpretadas no desenho da carta, procurando nos atingir com uma nova paixão, um amor à primeira vista!
Vamos, então, deixar que essa energia contida no 8 de Paus nos impulsione de forma dirigida, acertada e rápida aos nossos objetivos, abrindo-nos aos que nos são próximos (principalmente) e permitindo que esse fogo criativo que em nós aumenta velozmente provoque uma erupção de altíssimo potencial criativo.
Abra o seu coração e, junto com uma renovada auto confiança, permita-se voar velozmente para perto dos seus mais altos ideais.
Um bom dia para vocês!
