sábado, 16 de janeiro de 2016
Baralho Lenormand (Baralho Cigano): as Cegonhas (Snapchat: ALEXCARLOS60)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
O Mundo (Snapchat: TAROTEANDO)
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Baralho Lenormand: a Cegonha (Snapchat alexarlos60)
Snapchat: TAROTEANDO
Periscope: ALEXTAROLOGO
Facebook: ALEXTAROLOGO
Snapchat: ALEXCARLOS60 (Cartas do Baralho Lenormand)
Blog: ALEXTAROLOGO.BLOGSPOT.COM
sexta-feira, 14 de março de 2014
O Mundo a sua frente: Arcano XX!
Essa frase, dita em tom de exclamação, é típica de quem está vivendo a energia simbolizada pela carta nº 21 do tarot, o MUNDO.
Sabemos que 22 são os Arcanos Maiores do tarot e que apenas 21 deles são numerados, deixando o LOUCO como uma carta avulsa, um coringa que pode aparecer em qualquer lugar ou posição de uma sequência. Mas o MUNDO é, numericamente, a carta que encerra o caminhar do LOUCO em seu processo de iniciação. Essa é a carta que diz que a missão está cumprida, o projeto chegou ao resultado final esperado, que aprendemos o que tínhamos que aprender, que passamos por todas as provas e estamos, finalmente, preparados para usufruir do que conseguimos.
Qualquer processo, qualquer projeto em que nos envolvemos e no qual começamos "de baixo", como aprendizes, como neófitos e, aos poucos, vamos evoluindo até o dominarmos completamente, pode ser usado como exemplo da sequência das 22 cartas do tarot, sendo que a carta do MUNDO representa a compleição dessa tarefa.
O mundo representa, também, nascimento. Vou dar um exemplo bastante simples e óbvio: começamos a frequentar a escola e estudar ainda bastante cedo e vamos encerrar esse processo quando nos formamos num curso universitário (claro que podemos continuar estudando e nos aperfeiçoando pelo resto das nossas vidas!) quando obtemos um diploma que nos qualifica para o mercado de trabalho. O momento da graduação, do recebimento do diploma, a festa de formatura são os mais representativos (no caso deste exemplo) do Arcano XXI, o MUNDO pois não gozamos mais da condição de estudantes (o fim de uma etapa: a MORTE) e nos tornamos profissionais, aptos a frequentar um outro ambiente muito mais amplo que a escola, que a universidade: o mundo. É um momento de euforia, de imensa alegria, de justa celebração pois afinal passamos por todas as provas iniciáticas desse processo e o concluímos. Temos no diploma recebido uma radiografia de toda uma evolução no campo do saber: desde o aprendizado das primeiras letras até o término dos estudos universitários: início, meio e fim. Objetivo alcançado.
No dia seguinte à formatura, em nosso primeiro instante como profissionais voltamos à condição de LOUCO, de neófito, de aprendiz, de candidato. Voltamos ao ZERO. A estrada, longa e ampla se mostra à nossa frente e, uma vez mais, iremos começar a trilhá-la, evoluindo a cada passo, até que, como profissionais (o caso do nosso exemplo), encerramos nossas atividades, nos aposentamos, abandonamos a carreira, etc.
Numa leitura taromântica, o surgimento dessa carta pode, entre muitas outras possibilidades, simbolizar gravidez, nascimento, viagem especialmente as aéreas e para lugares distantes, mudanças (de país, de cidade, de casa, de escola, de trabalho, etc), visitar ou ser visitado por pessoa estrangeira, aprender um idioma novo; no comércio pode significar o início de importações e exportações, comércio internacional, uma loja multimarcas, um free-shop ou até mesmo um supermercado; simboliza, algumas vezes, uma disposição para novos relacionamentos, novos envolvimentos emocionais, liberdade sexual; pode, em conjunto com outras cartas, representar uma disposição para as artes, em especial a dança; pode também chamar a atenção para comunicações amplas, contatos sociais que não se limitam a uma região (internet, Facebook e demais mídias sociais e jornalísticas); o reconhecimento internacional, uma premiação (Nobel, Oscar, por exemplo), a fama que desconhece fronteiras.
Vivenciar as energias simbolizadas por este Arcano é, sobretudo, sentir-se livre e realizado, autêntico, conhecedor e confiante em si mesmo, em harmonia com todos os planos (físico, mental, emocional e espiritual) da existência, exultante por ter alcançado os objetivos propostos para aquela etapa da vida.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Viagem e Espiritualidade
Recebi, dia desses, via Formspring, uma orientação interpretativa de um leitor do Blog sobre uma jogada que havia feito com o baralho Lenormand. Essas cartas, de origem francesa, são aquelas que normalmente chamamos de Baralho Cigano.
O ELEMENTOS DO TAROT, pelo próprio título, é um blog que comenta minhas opiniões e experiências com as cartas do Tarot. Entretanto, se olharem o subtítulo desta página, ele fala de outras possibilidades, de outros interesses e assuntos que me são importantes e sobre os quais gosto de narrar minhas reflexões. O Baralho Lenormand é um deles.
A dúvida desse consulente era a seguinte: o que poderia significar a combinação do Navio com o Jardim, numa casa de Viagem e qual a relação dessa combinação com a casa da Espiritualidade, nessa mesma jogada já que a “carta oculta” remetia a essa casa onde as cartas eram a da Cegonhas e a dos Ratos.
Em primeiro lugar devo explicar que não me utilizo de “cartas ocultas” nas minhas leituras com o Lenormand. Dentro da minha experiência pessoal elas nunca foram significativas e nem ajudaram realmente numa elucidação consistente de alguma dúvida. Não posso negar que já, há tempos, eu buscava essa correlação, mas os resultados foram, na grande maioria, frustrantes. Entretanto, como meu leitor as utiliza, vou procurar estabelecer algum paralelo que possa ajudá-lo na compreensão.
A jogada por ele utilizada é a chamada “Ciclo da Vida” que é composta de 15 casas, cada uma abordando um aspecto da vida do Consulente, mais uma, a 16ª que funciona como um resumo, uma orientação final da leitura. Se a pessoa se utilizar do método de “Carta Oculta” para interligar ou correlacionar as 16 casas, ela soma as cartas obtida na casa de seu interesse e busca em que casa a carta com o mesmo valor do resultado se encontra. Estabelece-se, assim, um vínculo e deve-se considerar a leitura da casa que contém a “carta oculta” como uma informação complementar.
A carta do Navio costuma ser chamada de “carta tema”, ou seja, ela, quando surge numa jogada, significa exatamente aquilo que representa, ou seja: viagem. Oras, uma carta de viagem numa casa de Viagem nem necessita que seja considerada a necessidade de uma segunda carta, no caso em questão o Jardim. A carta do Navio diz que o Consulente viajará, e pronto! Para onde é essa viagem, com qual meio de transporte, quanto tempo vai levar, quando exatamente irá acontecer, isso cabe ao Cartomante buscar, através de novas pequenas jogadas ou das regras pré-combinadas antes da leitura.
De qualquer forma a consulta que recebi pedia estabelecesse o porque de uma ligação “espiritual” dessa viagem, pois a dita “carta oculta” estava localizada na casa da espiritualidade desse esquema de jogo.
Vamos lembrar que Navio é a carta nº3 e que Jardim, a de nº20. A somatória de ambas é 5 + 20 = 23, ou seja, a “carta oculta” é Ratos (nº23). Analisemos, então, um pouco melhor se e como funciona, ou não funciona, a obtenção e uso da dita “carta oculta” com esse oráculo.
Vamos pensar nas múltiplas e quase sempre muito positivas possibilidades combinatórias de Navio e Jardim: viagem com muita gente; viagem alegre e divertida; viagem de restabelecimento de saúde; viagem para o campo ou contato íntimo com a natureza; viagem de estudo ou pesquisa botânica; viagem com grande diversidade de interesses entre os seus participantes; excursão, viagem para lugares distantes, inclusive exterior; excursão por diversos estados ou países; intercâmbio de estudantes; intercâmbio de profissionais; viagens para trabalho num ambiente muito interessante e charmoso; cruzeiro marítimo com muitas opções de diversão; etc Todas essas possibilidades, e outras mais, podem ser consideradas na combinação dessas duas cartas e, honestamente, não consigo ver nada de ruim nelas que justifique uma “sombra”, um “significado oculto em paralelo” como a carta dos Ratos.
A carta 23 quase sempre é vista e compreendida como uma carta negativa, que fala de perdas (de objetos, de energias, de saúde, de interesse, etc) e de pequenos furtos. Afinal ratos são animais associados à transmissão de doenças e todos sabemos o estrago que eles fazem nos silos e depósitos que armazenam grãos. Portanto, nos falam também de miséria, de desperdício, de desgaste, de estragos. Mas há um outro aspecto a ser considerado quando tiramos essa carta: a multiplicidade. Ratos são animais altamente reprodutores e vivem em bandos. Isso pode nos remeter à idéia de grandes famílias, de grupos com o mesmo interesse. Quem pensou em quadrilhas, em grupos mafiosos ou outras organizações criminosas e/ou clandestinas, não se enganou. Quem também pensou numa viagem com muitas oportunidades de contatos íntimos entre seus participantes ou uma grande variedade de parceiros, também não está enganado. Quem considerou a possibilidade de um enorme desgaste de energia física e espiritual, de muita farra, de uma verdadeira esbórnia, está longe de estar enganado.
Agora, o que de significativo essa informação “oculta” traz à combinação Navio + Jardim? Que será uma viagem com muitas pessoas de qualidades, comportamento e interesses altamente questionáveis? Como a “carta oculta” é sempre a mesma, devido à somatória das 2 cartas principais, isso significa que todas as vezes que obtivermos essa combinação, Navio + Jardim = Ratos, deveríamos temer pelas consequências dessa viagem? Quando uma respeitável anciã, ao se consultar, obtiver essa combinação, devemos alertá-la que aquele tão sonhado cruzeiro, planejado pelo seu grupo de senhoras da 3ª idade, devemos imediatamente alertá-la da possibilidade de ser uma grande armadilha que lhe comprometerá o moral e a alma para toda a eternidade? Creio que tenha deixado claro a minha insatisfação com a validade das “cartas ocultas” no Baralho Lenormand. No Tarot, ao contrário, delas me utilizo frequentemente e justificarei, em ocasião oportuna, a sua importância complementar numa leitura.
Porém foi utilizando a “carta oculta” que o Leitor desse blog fez sua jogada e suas interpretações e vou me ater a seu método de jogo.
Na casa da Espiritualidade saíram a Cegonha (nº17) e, naturalmente, os Ratos (nº23). Essa dupla permite as seguintes reflexões, e muitas outras mais, (quando lidas com o aspecto “Espiritualidade” em mente): mudanças de interesses espirituais ou religiosos com prejuízos; perda considerável de fé; abandono na frequência a cultos e rituais; troca desvantajosa de guias e/ou mestres espirituais; busca frustrada por novos caminhos de desenvolvimento espiritual; desencorajamento; desapontamentos. Mas se levarmos em consideração que Cegonhas, além de prenunciarem mudanças e novidades também significam fertilidade, poderíamos considerar a combinação entre duas cartas, que podem ser vistas também sob esse aspecto, como um aumento do interesse do Consulente por novas alternativas filosóficas, religiosas, espirituais. Mas, convenhamos, essa seria a melhor, entre as mais positivas, possibilidade combinatória dessas duas cartas. Confesso nunca ter me deparado, numa leitura que fizesse para um Consulente, com a possibilidade desse resultado.
Creio que o nosso amigo Consulente, ao buscar associar as cartas obtidas na casa das Viagens com as da casa da Espiritualidade (religião, filosofia, preocupações de ordem de desenvolvimento espiritual) tenha intuído que essa viagem, por mais divertida, interessante e agradável que seja, poderá trazer-lhe um grande desgaste, especialmente relacionado ao seu sistema de crença, à sua filosofia de vida, às normas éticas com que se conduz no dia a dia.
Ao explicar-lhe isso, via Formspring, ele contra-argumentou dizendo que acreditava que a viagem seria um sucesso, altamente benéfica, muito divertida, onde ele conheceria muitas pessoas interessantes. Que não seria uma viagem ao exterior, pois para ele o que determina viagem ao exterior é a combinação Navio + Estrelas (para mim essa é uma combinação que fala, quase sempre, de viagens aéreas, não necessariamente ao exterior). Mas que, ainda assim, ele não via sentido na relação com a casa da Espiritualidade. Fico muito feliz que ele tenha chegado às suas próprias interpretações e que as mesmas possam diferir das minhas. Como diz a grande mestra taróloga Rosa Silva, “tudo o que está escrito, tudo o que é opinião ou experiência alheia, é letra morta. Não serve para mais ninguém além daquele a observou, vivenciou, experimentou, deduziu e registrou. Serve como um guia de estudos, uma orientação muito básica, um comentário a ser pensado e, depois, descartado ou não.”
Eu me guio por essa mesma forma de pensar dessa taróloga brasileira. O que eu penso, opino e escrevo são considerações feitas baseadas na minha experiência com o uso das cartas. É evidente que possuo uma vasta coleção de livros sobre o tema, que participo de muitos cursos que existem na área, que leio postagens e blogs sobre o assunto, que troco informações e busco solucionar dúvidas com outros profissionais. Mas o meu único interesse com este Blog é que ele venha a estimular a divulgação e despertar o interesse pelo conhecimento e estudo dos oráculos. Como eles serão utilizados, como serão interpretados, isso é uma outra história e estou sempre curioso em saber das conclusões e das observações que os outros tem a respeito das combinações entre as cartas e dos sistemas de jogadas.
Um ótimo final de semana a todos!
sábado, 1 de maio de 2010
Carta do Dia: 3 DE COPAS
Casaram-se 8 meses depois de terem se conhecido. Foi tempo suficiente para estarem juntos, aprenderem um sobre as “manias” do outro, serem apresentados às respectivas famílias e amigos, viajarem e surfarem juntos. Ela contava às amigas mais próximas o quanto estava feliz, em paz consigo mesma, realizada como mulher num momento em que sua carreira como estilista parecia estar no seu ponto máximo de produtividade. Ele, que sempre fora um pouco mais circunspecto, também falava de como ela era “diferente de todas as outras” e que ele sentia que “era pra toda a vida”. Os amigos de ambos brindavam a cada declaração de amor.
Tudo foi como deveria ser: convites elegantes em envelopes manuscritos em prata, igreja simpática cercada pela natureza e festa nos dourados salões do mais tradicional e mundialmente conhecido hotel da cidade. Comida e bebida de primeira. Música para todos os gostos. Os pais dos noivos, felizes e orgulhosos por poderem propiciar aos filhos e seus convidados uma festa tão perfeita. Os convidados, entre amigos, parentes, conhecidos estavam encantados com a recepção e não cansavam de dançar, comer e beber e abraçarem os noivos cumprimentando-os e desejando-lhes felicidades eternas.
Ela, linda. Vestido mandado fazer no mais famoso estilista de noivas da cidade, resplandecia numa nuvem de branco em meio ao salão. Sentia-se feliz, realizada, satisfeita, completa. Para não dizer que absolutamente nada a incomodara durante todo o processo de organização do casamento, foi aceitar o fato de que ele quisesse convidar a ex-noiva como madrinha. Achava que isso não era “legal”, até mesmo “chato”, e, por que não dizer, de certa forma deselegante da parte dele. Ele justificava que não era nada disso, que eram muito bons amigos, que tudo tinha sido muito bem resolvido quando terminaram a relação, que não houvera e nem haviam mágoas, que ela (a ex-noiva) estava feliz por ele ter encontrado “a cara metade”, e que, além de tudo, ela ocupava uma posição superior à dele no escritório de advocacia em que trabalhavam. Apesar das explicações dele, e dela deixar-se convencer, ainda assim a presença daquela “outra” entre os padrinhos e depois, belíssima, na festa, conseguiu roubar-lhe um pouco da sua atenção e alegria.
A festa foi inesquecível em todos os seus detalhes e todos divertiram-se muito. Sua melhor amiga, e agora também madrinha de casamento, não cansava de contar a todos que foi num aniversário dela em que os noivos se conheceram. O advogado amigo dele, por sua vez, completava essa história dizendo que foi por sua insistência que ele aceitara ir à uma festa de aniversário onde não conhecia nem a aniversariante e, coincidentemente, ter saído de lá “praticamente casado”! Todos riam, concordavam e só ficaram quietos por uns instantes quando foi feito o brinde entre o casal. Ambos trocaram suas juras de amor eterno embaladas em belíssimas e muito bem escolhidas palavras. Lágrimas pontificaram nos olhos das mulheres presentes. Depois ela, seguindo a tradição, jogou seu bouquet, para ser apanhado por uma das solteiras e, imaginem só, foi cair exatamente nas mãos da ex-noiva do seu marido. As convidadas acharam “muita coincidência”… O noivo achou muito engraçado. Ela… bem, para sermos honestos, ela não viu graça alguma e, sinceramente, achou um mau presságio. Mas manteve o sorriso, abraçou e beijou a ex-noiva e só mesmo a melhor amiga, que muito bem a conhecia, comentou depois que ficara “com a pulga atrás da orelha”.
Já amanhecia quando o famoso fotógrafo especializado em casamentos convidou-os à varanda do salão de festas para as últimas fotos. Estavam cansados mas felizes. Ele aproveitou para beijá-la mais uma vez e segredou-lhe que a vida dele começava naquele momento. Ela, qual princesa encantada de contos de fadas, parecia envolta num sonho que tinha como vantagem não ter um despertador para acordá-la. Beijaram-se uma vez mais e olharam juntos o novo dia que nascia em raios de sol que pareciam abençoar em luz e calor aquela união. Sabiam que haveriam muitos novos amanheceres e pores do sol à sua frente e estavam dispostos a vive-los juntos.
Quando um 3 de Copas aparece numa leitura de tarot, dependendo sempre de sua posição dentro do esquema escolhido para o jogo e das demais cartas que o acompanham, além, naturalmente, da questão proposta pelo Consultante, ele pode significar um momento em que o Consulente está expressando plenamente as suas emoções, comunicando bem os seus sentimentos. Sentir-se maravilhosamente bem e único. Curar-se de algo emocional. Ter amigos, família e as pessoas amadas à sua volta, nas ações do cotidiano ou em grandes celebrações. Comprometer-se com outra pessoa. Sentir-se saudável e feliz. A solução de um problema que acaba se resolvendo da melhor forma possível. Vivenciar experiências, ou reagir a elas, de forma muito intensa e alegre, ainda que possam vir a surgirem algumas lágrimas no futuro. Amizade. Companheirismo. Pessoas com quem podemos contar. Grupos de apoio. Uma ajuda que o Consultante recebe e que o conduz a um caminho de auto-descoberta e transformação. O nascimento de uma criança. Celebração.
Em seu aspecto “sombra”, o 3 de Copas pode significar uma grande dificuldade de expressar os sentimentos. Ou que o Consulente, sendo dado a explosões emocionais, esteja tentando se controlar o máximo possível. Se o assunto da leitura for amizade, pode significar dificuldades e até mesmo o rompimento da mesma. Frequentemente essa carta simboliza exageros em termos de alimentação, bebida, fumo, drogas, sexo, sensualidade, etc. Amigos que tornam-se invejosos ou ciumentos devido às suas posses. Não sentir-se satisfeito com o que possui. Sentir que a felicidade parece esvair-se. Ser egoísta ou mesquinho. Não sentir prazer em celebrar algo em companhia dos outros.
Neste feriado de 1º de Maio, um sábado regido pelo controlador Saturno que nos mostra o caminho a seguir fazendo-nos atentos às responsabilidades e desafios que devemos assumir e enfrentar neste plano de existência, podemos nos perguntar o quanto temos cometido de excessos, com a desculpa de estarmos aproveitando a vida. Também é um bom momento, com o 3 de Copas como Carta do Dia, de refletirmos se estamos nos impedindo, nos boicotando, de aceitar todos os benefícios que o Universo nos proporciona e sermos por isso agradecidos. Ou então, o que podemos e devemos comemorar? O que podemos, hoje, agradecermos e celebrarmos? Talvez o início de uma mudança no nosso trabalho. Ou o nascimento de um filho. Ou a aprovação num concurso. Ou uma nova história de amor. De qualquer forma haverá sempre algo que podemos nos alegrar por termos conseguido, ainda que saibamos que aquele é apenas um ponto no meio do desenvolvimento de todo um projeto. Um filho que nasce é uma grande alegria, mas teremos toda uma vida para dele cuidarmos e com que nos preocuparmos e alegrarmos. Um novo cliente, conseguido com muito sacrifício, é motivo de sobra para ser celebrado, mas teremos pela frente todo o trabalho a ser desenvolvido. Um concurso em que passamos é, indiscutivelmente, um mérito que merece festividades, mas é apenas o começo de uma nova fase que irá ter continuidade.
Aproveitem para agradecer, celebrando, por tudo que têm, inclusive pelos sonhos e esperanças e tenham todos um festivo sábado!


