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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Baralho Lenormand (Baralho Cigano): Bouquet / Flores (Snapchat: ALEXCARLOS60)


Alegria, felicidade, boa sorte, presentes, gratidão, tranquilidade, positividade, charme, arte, surpresa agradável, satisfação, harmonia, alergia, tratamentos naturais, medicina alternativa, perdão, aparência, segurança financeira, embelezar, decorar, gentileza, delicadeza, arranjo de flores, cartões de aniversário, dia dos namorados, natal, enfeites, material de desenho, pintura e maquiagem, são algumas possibilidades quando o BOUQUET FLORES, carta 9 do Baralho Lenormand (também conhecido como Baralho ou Tarô Cigano) surge numa leitura cartomântica.

Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração e conhecimento técnico, no momento  da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.

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domingo, 14 de dezembro de 2014

Do Passado e das Lembranças: o 6 de Copas



Confira o meu comentário deste domingo sobre o 6 de Copas, do tarot: Passado e Lembranças

http://www.50emais.com.br/artigos/tarot-da-semana-do-passado-e-das-lembrancas/

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A IMPERATRIZ: Dia Mundial do Meio Ambiente



A IMPERATRIZ: Dia Mundial do Meio Ambiente

http://polaroidesdaalma.blogspot.com.br/2014/06/dia-mundial-do-meio-ambiente-um-simples.html

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Carta do Dia: ÁS DE OUROS

    Minor-Discs-AceVaudeville A moeda, com representação material do valor que os humanos atribuem à coisas e à serviços, é um motivo bastante persistente nos ensinamentos filosóficos quando se trata de avaliar-se a pureza (índole) de alguém. O dinheiro é uma potente metáfora para os desafios que testam a nossa integridade espiritual, refinam as nossas emoções e a nossa natureza, e nos aproximam da nossa verdadeira essência e, portanto, de Deus (por favor, substitua pela palavra que melhor defina o seu próprio conceito de divindade).

     Ainda que a carta do Ás de Ouros sugira atividade, essa atividade não significa que ela seja uma geradora de idéias (que, em verdade, é o que se espera do Ás de Paus), mas é um sintoma de que é o momento de amadurecer, de dar um sentido concreto, real aos dons inatos ou talentos adquiridos e utilizarmo-nos deles para obter algo na vida. Podemos dizer que se temos algum projeto ao qual gostaríamos de nos devotar inteiramente e para o qual temos as necessárias habilidades, um talento especial, o Ás de Ouros é uma notícia bastante alvissareira de que ele dará bons resultados e que as circunstâncias estão favorecendo para iniciarmos o nosso trabalho em realizá-lo. Nas leituras, quase sempre simboliza as boas coisas da vida, tais como saúde, beleza, prosperidade, e até mesmo tempo bom, que “vai dar praia”, se esse for o motivo da leitura, evidentemente, tal é o seu vínculo com tudo o que nos é conhecido, visível, palpável. Podemos interpretar o Ás de Ouros como um presente que o Universo nos oferece, num determinado momento de nossas vidas, bastando que reconheçamos isso e o usemos da melhor maneira possível,  não o desperdiçando. Tradicionalmente essa carta é considerada “de boa sorte”, a mais promissora entre todas as 56 cartas que compõem os Arcanos Menores do tarot.

     Essa carta representa, também, a natureza dupla do ser humano, pois, como uma moeda, temos duas faces, dois lados que representam o nosso caráter. Num dos lados, estão nossas experiências e nossas expectativas. No outro, as situações futuras e seus resultados. Se um lado questiona: “De onde vim? Como foi que eu fui formado?”, o outro argumenta: “Para o que foi que eu vim? Ao que eu devo dar forma?”. Todos nós somos possuidores de alguns aspectos bastante extraordinários e de outros bem mais comuns. Cada ser humano é possuidor de habilidades e também de desvantagens. Aceitando aquilo que somos, de que somos feitos, que possuímos como nosso, que nos caracteriza e identifica, nós nos tornamos aptos para  descobrimos os nossos dons e os desenvolvermos. E quando falo em talentos ou habilidades não estou me referindo a nada excepcional (ainda que possa muito bem incluí-los), nada que nos faça entrar para o Livro do Guinness. Aceitando e integrando nossas características especiais, aquelas que nos são únicas e exclusivas, acabamos por determinar quais são os nossos talentos ou dons.

     O problema que o Ás de Ouros pode representar é o de ser um obstáculo ao desenvolvimento espiritual, algo bastante inerente ao naipe de Ouros (Pentáculos, Moedas, Pedras, Discos). Nós corremos os risco de não sabermos apreciar esse presente, esse benefício que nos é oferecido pelo Universo e nos tornamos gananciosos e egoístas, podendo nos deixar prender unicamente à superficialidade ou à forma das coisas, mas não ao seus valores mais intrínsecos. Basta pensarmos em quantos relacionamentos, por exemplo, terminam porque o que é amado é a moeda (a forma) e não o seu valor (o que o indivíduo, supostamente amado, significa ou tem a oferecer).

     Não nos é difícil reconhecer quantas pessoas, bem além da puberdade, continuam a escolher seus parceiros com o único propósito de usá-los para impressionar os outros. A pessoa de mais idade que quer ter uma beleza jovem como companhia apenas para que as outras pessoas a admirem e invejem. A pessoa mais jovem que escolhe alguém bem mais idoso, não por admirar sua sabedoria, inteligência ou bondade, mas pelo novo carro do ano e pelos presentes caros com que é agraciada. O parente, de quem os familiares sentem-se envergonhados, por ele ter uma desabilidade física ou mental qualquer, e que é deixado só. Será que a melhor oportunidade de emprego e sempre aquela que melhor paga? Será que o melhor companheiro de viagem é aquele que pode viajar dentro do mesmo estilo e padrão ao qual estamos acostumados? Essas questões todas também estão relacionadas ao plano material, ao nosso dia a dia, às nossas ações, relações, à maneira que vivemos, interagimos, nos comportamos e produzimos. Esse é o mundo retratado pelo naipe de Ouros e que é associado  ao elemento Terra. O mundo de Malkuth, a 10ª Sephirah (Esfera) da Árvore da Vida.

     Nesta quinta-feira, regida pelo otimista, generoso e opulento Júpiter, e com a Lua Cheia na casa de Sagitário, seria bastante interessante se encontrássemos um tempo para refletirmos sobre o nosso papel no mundo. Será que queremos passar por ele “em brancas nuvens” ou vamos optar por carregar todo o seu peso em nossos ombros? Aproveitemos a energia representada pelo Ás de Ouros, a nossa Carta do Dia, para nos proporcionarmos um novo renascimento, um novo começo, uma limpeza no espírito e partamos para a conquista de um mundo melhor, com criatividade e paixão.

Tenham todos um dia que propicie o encontro de novos valores no curso de nossas vidas!

Imagem: VAUDEVILLE TAROT, por F.J.Campos

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Carta do Dia: O HIEROFANTE


É, não há como escapar: as tradicionais festas de fim de ano, com todos os seus rituais, seus costumes, suas tradições estão batendo à porta e não acredito que a mais impedernida das criaturas não se surpreenda assoviando um "Jingle Bells" no meio do dia.
O Natal é um excelente exemplo de tradição, de rituais familiares e coletivos que conservamos e repetimos, acrescentando ou modificando algo (Afinal somos modernos! Os tempos são outros!) mas, à nossa maneira, eternizando e reverenciando a sua importância em nossas vidas.
Mesmo aqueles que criticam o "desaparecimento do verdadeiro espírito natalino", exorcisando o consumismo que abarrota lojas e calçadas, devem reconhecer que há um determinado momento, seja ele no instante em que se clica "enviar" naquele e-mail de saudações natalinas (tradição!), quando nos reunimos com os colegas de trabalho num restaurante para o anual "amigo secreto"(tradição!), quando enfeitamos a casa (tradição) seja com uma magnífica árvore com aveludados laços, espelhadas bolas e outros balangandãs ou com uma coroa natalina de R$1,99, antes da troca dos presentes (tradição!), durante ou após a farta ceia (tradição!), há pelo menos um instante de profunda interioridade em cada um de nós. Nesse instante parece-nos estarmos conectados com algo maior, uma força que nos une e nos dá significado. Uma ponte (Ponte = Pontífice = Hierofante = Sacerdote) que nos liga a um plano superior, espiritual.
Quando o Hierofante (também chamado de Papa) saiu na tiragem da Carta Diária na manhã de hoje, ri sozinho pensando o quanto essas energias estão ativas.
Esse respeitável senhor retratado na carta é o símbolo daquela nossa voz interior que sabe perfeitamente diferenciar o certo do errado, o divino do terreno, o espiritual do material, e que está sempre ali, dentro de nós, para estabelecer uma ligação entre a nossa consciência terrena e o conhecimento intuitivo que temos do código de ética de Deus. É a nossa consciência que se apercebe de que em toda a experiência vivida há uma lição de crescimento pessoal a ser aprendida. É o nosso conselheiro moral interior.
Essa nossa consciência, essa nossa voz interior nos auxilia, e muito, a formularmos e expressarmos uma filosofia pessoal e, com isso, ela nos revela a necessidade de encontramos um sentido espiritual em nossas vidas e, até mesmo, uma maior compreensão dessa nossa espiritualidade.
O Hierofante é também aquele analista que tanto nos ajudou a superar problemas tão difíceis, aquele professor que se empenhou para que nos tornássemos mais curiosos e questionadores, não aceitando tudo aleatóriamente; o guru que encontramos ao acaso (?) e que nos descortinou a possibilidade de harmonizarmos as partes animal e divina das quais somos feitos. É o advogado que nos orienta dentro do sistema de ordem e normas legais em que vivemos; o sacerdote que realiza o nosso casamento, com direito a véu, grinalda, corte de bolo e foto com as taças de champagne entrelaçadas. Sem esquecer dos assistentes sociais, sempre a postos para introduzir adequadamente o indivíduo na sociedade coscientizando-o de seus deveres e obrigações.
Por essa figura representar ortodoxia, ritos, tradições, o seu lado "sombra" muitas vezes nos deixa paralizados num emaranhado de leis, de normas e de comportamento apropriados a serem seguidos, a vestimentas corretas para essa ou aquela ocasião, a como e o que devemos celebrar, a como nos relacionarmos com nossos pais, nossos filhos, os mais velhos, nossos esposos, parceiros, amigos. Pode significar o conformismo, um modo de agir conforme a sociedade (leia-se: nossos pais, parentes, amigos próximos, empregadores, colegas de trabalho) esperam que o façamos. Portanto, cuide-se com os extremos.
Vivencie essa energia no dia de hoje, escrevendo as etiquetas para os presentes, como sua mãe fazia, colocando um novo enfeite feito pelas crianças sobre o aparador, ouvindo e cantando junto (é claro!) aquele CD com músicas natalinas "de hoje e sempre". Faça umas rabanadas, junte todos à volta da mesa e conte-lhes dos seus Natais. Seja, principalmente hoje, o Hierofante para alguém, ajudando-o a descobrir a Estrela Guia que brilha dentro dele e de cada um de nós.
Bom dia!