segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Carta da Semana: o Imperador (de 14 a 20 de Janeiro de 2018)
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
O Imperador (Snapchat: TAROTEANDO)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O IMPERADOR
amanhã,
de acordares com preguiça e indolência,
lembra-te deste pensamento:
«Levanto-me para retomar a minha obra de homem».
Marco Aurélio (Imperador Romano, *121 - †180)
sábado, 1 de janeiro de 2011
O ano do Imperador
Eu poderia dizer que estive muito ocupado, que viajei muito, que estive comprometido com outras atividades, que não tive tempo, inventar enfim algo que fosse uma justificativa qualquer para não dizer a pura verdade: foi um pouco de tudo isso somado a um grande cansaço da obrigação que havia me imposto de escrever diariamente sobre tarot.
Escrever é um ótimo exercício para quem o faz. Aprende-se mais, fixa-se melhor e tem-se a oportunidade de repensar conceitos que pareciam quase estáticos. Fiz isso por 2 ou 3 horas, todos os dias, durante 8 meses. Foi muito bom, mas cansei.
Como tudo que fazemos de maneira continuada, corremos o risco de nos tornarmos mecanicamente repetitivos, perdermos a espontaneidade e, sobretudo, o prazer. E o que eu mais prezo no meu trabalho é a satisfação física, mental e espiritual que ele me dá. Não posso deixar que vire rotina. Não vou conseguir amar algo que se torna um apêndice, algo que se faz movido pela necessidade ou pelo sentimento de obrigatoriedade. Tem de haver tesão.
2011 corresponde numerologicamente ao Imperador, Arcano Maior de número 4 ( 2+0+1+1= 4 ). Essa figura representa, arquetipicamente, o administrador que existe (ou deveria existir) em todos nós. É o governante, o gerente, o pai, o patrão, o chefe, o general, o provedor, o monarca, o responsável, enfim, por si e pelos seus. É nosso aspecto organizador e controlador. É a maneira que nos portamos na condução dos nossos negócios, nossos relacionamentos, nossos interesses, nossa vida. É nosso sentido de segurança pessoal, de nos acreditarmos, de sabermos que podemos fazer o melhor e que temos condições próprias de gerir aquilo que primeiro pensamos, depois plantamos, finalmente colhemos e agora devemos dar-lhe um sentido de utilidade, de organização, uma finalidade que nos agrade e que beneficie aos demais por quem somos responsáveis.
Se no ano que findou vimos brotar (Imperatriz), finalmente, aquilo que no que havíamos investido tempo, trabalho, amor, dinheiro, dedicação, este é o ano de cuidar dos frutos colhidos.
Portanto, começa hoje um período em que testaremos (e seremos testados) na nossa capacidade administrativa. Como vamos conduzir aquilo que temos e quem somos vai depender de exclusivamente de quanto estamos preparados para esse papel: o de Imperador de nós mesmos. Vamos, então, cuidar para que não nos tornemos verdadeiros déspotas, ou escravos de nós mesmos.
Ano novo, novos sonhos, esperanças, interesses, investimentos e responsabilidades. O Arcano Maior de número 4 é, também, uma nítida lembrança disso: responsabilidade. Não necessariamente estratificarmos, sentarmos sobre os louros das nossas vitórias anteriores, não nos arriscarmos. É assumirmos que somos responsáveis pelos nossos atos e que todas as nossas ações irão refletir essa nossa atitude.
Então, amigos, é hora de arregaçarmos as mangas e assumirmos total responsabilidade por aquilo que somos e pelo que temos, cuidando para que possamos trilhar, harmoniosamente, nossa vida, colaborando para que os demais possam se beneficiar das nossas atitudes e realizações. Esse é o compromisso de um bom gerente, de um pai responsável, de um administrador competente.
Feliz Ano Novo e muito sucesso a todos!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Carta do Dia: 7 DE OUROS
As semanas passaram rápidas e a tia estava quase recuperada. Os médicos haviam dito que, apesar da idade, a fratura na perna havia se consolidado e que, em muito breve ela poderia caminhar sem o auxílio de muletas e, inclusive, voltar ao trabalho.
Ela sabia que logo, logo haveria de procurar emprego, visto que não havia razão para a família manter 2 cozinheiras e, desde o primeiro momento, ela estava consciente de que aquele era o lugar conquistado pela tia, ao longo de muitos anos de dedicação e trabalho, e que ela tivera a honra de substituir. A família demonstrava gostar muito das suas aptidões culinárias, da sua criatividade e capacidade de combinar diversos pratos, de origens diversas, e fazer, a cada dia, um cardápio que encantava a todos. A filha da patroa, inclusive, queixava-se, em tom de brincadeira, que por causa dela havia engordado não se sabe quantos quilos. As amigas da dona da casa, a cada almoço, lanche ou jantar que ela oferecia, faziam questão de irem até a cozinha cumprimenta-la, dirigindo-lhe os maiores elogios e, muitas vezes, pedindo a receita dos pratos por ela preparados.
Talvez a mais assídua dessas convidadas fosse a famosa jornalista, que escrevia sobre gastronomia em diversos veículos de comunicação e, inclusive, atualmente prestava uma assessoria a um programa matinal da TV onde a execução de receitas, as mais diversas, era o ponto alto. Essa jornalista, que havia conhecido seus talentos especialíssimos através de um simples e bem caseiro bolo de fubá com pedacinhos de goiabada cascão e finas lâminas de queijo coalho, era quem mais atenção lhe dedicava, questionando-a sobre os produtos usados nas receitas, as quantidades, os tempos de cocção ou de forno. Desde quando recebera o bolo, levado como presente, interessara-se por ela e enviava-lhe, regularmente, diversos recortes traduzidos de revistas estrangeiras, e matérias de publicações nacionais, para que ela lesse, se informasse, e colaborasse para que a sua criatividade fosse sempre estimulada e seus horizontes alargados.
Ela sentia-se envaidecida com toda a atenção que seus dotes culinários despertavam em todas aquelas pessoas tão acostumadas com os melhores restaurantes, com saborosas comidas provadas nos mais distantes cantos do mundo, que possuíam em suas casas cozinheiros formados em escolas de reconhecida importância. Ela não tinha do que se queixar. Tinha uma convivência extremamente amorosa com a tia e as primas, trabalhava no que mais amava, ganhava muito mais do que sonhara receber, era bajulada pelos patrões, seus amigos e convidados, e pelos outros serviçais que atendiam a família. Bem, o único que se queixava, em tom de brincadeira, mas certamente dizendo o que sentia, era o motorista. Ele sempre reclamava do fato dela estar totalmente imersa em seus afazeres na cozinha, e, mesmo quando ela a levava e trazia das compras nos supermercados, nas delicatessens, nos hortifruti, ela estava ora estudando um livro de receitas, ora lendo uma matéria de uma revista sobre doçaria, comidas típicas ou bolos decorados que a jornalista especializada lhe enviava.
Ele ficava intrigado com o fato de, diferente das outras moças, ela não querer sair aos finais de semana, de sentir-se bem na companhia da tia, de não estar mais interessada em conhecer os lugares interessantes da cidade ou mesmo ir passear pelos shoppings centers. Ela sorria, explicava que estava feliz, sim, e muito, mas que esse era o momento dela aprender mais, dela compreender, de uma forma explicada nos livros, da química do preparo dos alimentos, coisa que ela sabia apenas instintivamente. Ele sorria, meio entristecido, mas admirava a sua vontade em aprender, em especializar-se. Compreendia a sua ambição em evoluir. Reconhecia nela algo muito especial, uma paixão que nunca havia visto ninguém demonstrar, com tal intensidade, pelo trabalho. Ele gostava muito dela. Ela percebia. Qual é a mulher que não sente quando é amada? Mas, naquele momento, todo o seu ser estava voltado para a sua evolução profissional. Sabia que ali estava a garantia de realização de todos os seus demais sonhos.
Portanto, não foi surpresa alguma quando, na volta da tia ao trabalho, e depois da família ter-lhe agradecido de todas as maneiras possíveis, inclusive com o pagamento de um régio salário extra, pelas semanas de verdadeiro paraíso dos sentidos que viveram através dos seus dotes na cozinha, a jornalista convidou-a para trabalhar para ela. Era, sem dúvida, o maior elogio que poderia receber, e aceitou-o prontamente. Sabia, no fundo do seu coração, que mais uma etapa de sua vida começava naquele novo emprego. Ela estava feliz.
Quando um 7 de Ouros aparece numa jogada de tarot, dependendo sempre da sua localização e das demais cartas que o acompanham, bem como da questão proposta pelo Consultante, pode simbolizar que o Consultante está fazendo uma revisão dos resultados e determinando novos objetivos a serem alcançados. Os frutos do trabalho só farão felizes aqueles que identificarem neles a verdadeira expressão de seus interiores. A pessoa consegue avaliar o seu progresso através da avaliação das suas experiências. É um momento em que, olhando para o passado, a pessoa percebe, com satisfação, o caminho percorrido e os êxitos obtidos. Existem assuntos práticos, objetivos, que o Consultante só conseguirá resolver na medida em que toma consciência de seu próprio destino, ou seja, do seu propósito na vida. Até mesmo os fracassos são importantes para o Consultante, isto se eles indicarem o que não é importante para a sua realização pessoal. O que tiver sido construído já tem uma certa autonomia e pode evoluir por si próprio. O trabalho árduo e a determinação começam a apresentar resultados sensíveis que vêm as frustrações dos erros passados. Melhora sensível no estado de saúde.
Numa posição menos privilegiada, o 7 de Ouros mostra uma grande insatisfação. O Consultante sente-se preso a um trabalho, a um relacionamento, a um compromisso que não o satisfaz, não lhe proporciona nenhum prazer. Pode significar uma piora no estado de saúde. Fraqueza. Estagnação. Perder coisas de valor. As coisas não saem da maneira que o Consultante planejara e algo morre pelo caminho. Período de inquietação. Desânimo. Bancarrota. Falência. Investimentos mal sucedidos.
Sob os auspícios do astuto, hábil e eloquente Mercúrio, regente das quartas-feiras, e com a Lua Cheia transitando em Aquário, estaremos vivendo uma energia bastante estimulante que, com criatividade, nos ajudará a ultrapassarmos os nossos problemas. Estejamos atentos a observar e interpretar os sinais que se farão notar em nosso cotidiano. Eles serão de grande ajuda para que possamos encontrar a nossa própria medida, nossa própria importância, o que fará com que cresçamos na medida que nossas atividades, nosso trabalho, também evolui.
Tenham todos um muito produtivo dia!
Em Julho:
CURSO DE TAROT: ARCANOS MENORES
Duração: 16 aulas (4 meses) / Turmas às Terças e Sábados
Local: JARDIM DOS SENTIDOS – ESPAÇO HOLÍSTICO & LIVRARIA
(R. Barão de Ipanema, 94 Loja 103, em Copacabana – Rio de Janeiro)
Pré-Requisito: conhecimento básico dos 22 Arcanos Maiores
Informações: (21) 2547-8939 e contato@jardimdossentidos.com.br
Imagem: OLD TIME TAROT
sábado, 6 de março de 2010
Carta do Dia: REI DE OUROS
| Elemento | Terra (fogo, terra) |
| Signo | Touro |
| Planeta | Vênus em Touro |
| Temperamento | Bilioso-Melancólico (bile preta) |
| Nome Esotérico | Senhor das Terras Férteis e Incultas |
| Alquimia | Sal, o Sal da Terra, o princípio materno |
| Tetragramaton | YOD, energia instigante |
| Cabala | Chokmah (sabedoria) em Atziluth (emanação) |
| I Ching | Ken, quietude, silêncio interior, imobilidade |
| Arquétipo Afro | Oxum: divindade da terra |
| Fase da Vida | Velhice |
| Dia da Semana | Sábado, regente Saturno |
| Fase da Lua | Cheia, em Sagitário |
| Casa Zodiacal | Peixes, regente Netuno |
| Ano | 2010 (=3), regente Vênus |
Esse naipe representa tudo o que nos define da forma e maneira que somos. Pode ser no trabalho, nossos talentos criativos, nossa competência em produzir, nosso propósito de vida, nosso grau de segurança, nossa saúde. Além da pele, dos ossos, da massa corporal que constituem nosso corpo físico, Ouros também relaciona como vemos o mundo exterior a partir do nosso mundo interior, ou seja, se temos ou não uma perspectiva realista de vida. Somos ambiciosos? Estamos conectados com a Natureza? Enfim, as 14 cartas do naipe de Ouros do tarot se referem à maneira como percebemos a realidade que nos cerca.
Comecemos, então, pelo Rei de Ouros, que como todos os Reis no tarot, eles são relacionados com o elemento Fogo, que é a força motivadora, a paixão, o desejo exaltado em construir e conquistar. Eles, devido à sua posição hierárquica, estão relacionados à carta do Imperador, Arcano Maior IV, e tal e qual ele, são grandes planejadores, motivadores, comandantes e criadores. São aqueles que desafiam a todos a formarem o reino. Por isso mesmo eles, numa leitura, podem indicar uma motivação, um desejo ou o início de um novo projeto, o estruturar de novos negócios, novas idéias em como ganhar dinheiro ou produzir algo.
Se há uma coisa que devemos nos lembrar quando trabalhamos com os Reis é que, apesar de serem grandes forças impulsionadoras, eles atuam no âmbito da “coroa”, ou seja, da cabeça, no plano mental. Eles podem mover montanhas com seu entusiasmo e energia, mas não conseguem realizar sozinhos. Todos aspiram conquistar situações privilegiadas e poderem contar sempre com a lealdade da família e dos amigos, especialmente.
Representam, normalmente, pessoas influentes, líderes, pessoas às quais as demais recorrem por conselhos e outras formas de ajuda. Frequentemente são teimosos e absolutamente conscientes de que são donos da verdade.
Não é diferente com o nosso Rei de Ouros. Pense nele como um velho fazendeiro e que o seu reino seja a sua fazenda, o seu negócio. Orgulhoso e autoconfiante, esse respeitado indivíduo poderá ser um funcionário do governo, um arquiteto, engenheiro, construtor, agricultor e, surpreendentemente, um artista. O que quer que ele seja, estejam certos de que ele trabalhou muito, “suou a camisa” para chegar lá, e, podem apostar: ele não vai abandonar seu cargo, sua posição, tão facilmente.
Ainda que, por vezes, ele pareça ser frio ou distante, ele também pode ser absolutamente charmosos e engraçado, contando estórias, fazendo piadas, quando com a família e amigos. E, sobretudo, ele é fiel e confiável, gentil e atencioso, sempre pronto para ajudar, sem nunca esperar retribuição. Mas, se em algum momento ele for ajudado por alguém, estejam certos de que ele encontrará, o mais rápido possível, uma forma de retribuir, pois detesta depender dos outros ou, mesmo, ficar devendo. Excelente pai e esposo, vai providenciar para que nada falte para a sua família, sendo-lhes sempre presente, fazendo seu melhor pelo seu conforto e necessidades. Entretanto espera deles o mesmo comportamento responsável, trabalhador e altamente disciplinado. Que ninguém espere dele expansivas demonstrações de afeto. O máximo que pode conseguir é um “bom trabalho!”, “estou muito orgulhoso de você”, “ótimo desempenho, parabéns!”. Afinal, partindo do Rei de Ouros isso é o mais alto elogio que ele pode oferecer.
Quando essa carta aparece numa jogada de tarot, sempre dependendo da sua posição no esquema e das demais cartas que a cercam, além, evidentemente, da pergunta feita pelo consulente, ela pode indicar, entre outras coisas, que é chegado o tempo de uma notável elevação de status; que é chegada a hora da colheita e que ela será proporcional àquilo que foi plantado; que há grandes possibilidades de evolução na carreira e de aumentos salariais; que uma pessoa influente, provavelmente do sexo oposto, irá ajudá-lo a crescer profissionalmente; que deve manter um senso de praticidade ao lidar com os negócios, ou outras atividades; tempo de compartilhar sua boa sorte com os demais, pois você pode ser generoso agora; ficar atento para evitar extravagâncias, pois pois poderão representar grandes perdas; cuidado com especulação, com dinheiro aplicado de forma pouco segura. Quando o consulente é casado, esta carta é sinal de que ambos parceiros atravessam uma fase de ótima vibração. Uma outra questão importante a ser considerada é a seguinte: está o consulente disposto a aceitar a prosperidade em sua vida?
Este arcano, quando representa uma pessoa real não significa que seja homem ou mulher, mas sempre predominará uma atitude masculina na maneira de agir ou se comportar dessa pessoa. E, como não poderia deixar de ser, também um lado “sombra”, negativo, menos otimista que o acima descrito, se revela, quando mal dignificado numa leitura. Ele pode, então estar simbolizando crueldade, rudeza, usura, alguém desafiador, insensível, possessivo, ciumento, intolerante, dogmático, gozador, voluptuoso em excesso. Alguém que não confia nos outros, que é perverso, perigoso, um rancoroso rival, um amante insensível e decepcionante.
Muitas vezes o mitológico Rei Midass, cuja ambição desmedida o levou a pedir aos deuses o poder de transformar em ouro tudo o que tocasse, é usado como exemplo nas descrições do Rei de Ouros. Na verdade ele é o exemplo do lado “sombra” desse arquétipo, do conceito errôneo de que dinheiro é bom ou mal, que nos traz, ou não, a felicidade. Ele é mais do que isso, como símbolo: fala do poder que a ganância (que é a ambição fora de controle, exaltada) tem de congelar sentimentos, enrijecer formas de pensar e agir, embrutecer tudo aquilo que vivenciamos como belo e digno.
Podemos aproveitar, no dia de hoje, para refletirmos como estamos conduzindo os nossos negócios, como estamos tratando o nosso corpo, como estamos nos relacionando com o dinheiro. Vênus e Oxum estão atuando para que tenhamos idéias criativas, voltadas para o belo, para um alto sentido estético. Saturno, nos poda os excessos, nos obrigando a focar em nossas necessidades e favorecendo que façamos investimentos controlados e em aplicações bastante tradicionais. O Sal, como substância alquímica, é um catalisador e portanto favorece as reuniões de trabalho, as formações de grupos de estudo, a seleção de pessoal para execução de um projeto que tenhamos pensado e necessitemos de ajuda para executar. A Lua está em seu último dia da fase Cheia, excessiva, portanto, aproveite o dia para por em andamento aquilo que deseja realmente concretizar, sempre, naturalmente, usando o bom senso, a razão, a intuição e o entusiasmo em doses equilibradas muito harmoniosamente.
Tenham todos um excelente, saudável e criativo final de semana!
