Auto-controle é a minha própria definição para essa carta que tão bem ilustra a batalha entre a Força e o Racional. O leão representa nossos instintos mais primários que, também, envolvem a sexualidade, o institno de sobrevivencia, a coragem, a força, a brutalidade, a selvageria, enquanto que a figura feminina é a representação de uma consciência mais elevada, mais civilizada, mais consciente das normas e costumes da vida em comunicade. Ter controle sobre nós mesmos pode ser uma luta constante entre essas duas entidades onde, espera-se vença sempre o bom senso, a norma social, o respeito pelo semelhante.
Deck: "Paulina Tarot", criado por Paulina Cassidy.
O 6 de Espadas é uma carta que pode simbolizar desde uma viagem até o fato de que é chegado o tempo de levar suas ideias e/ou conhecimentos para onde eles possam ser melhor aproveitados.
Carta do "Infinite Visions Tarot", por Gloria Jean
Trégua, dar um tempo, aquietar os pensamentos, meditar, relaxar, descansar, são termos que podem, também, definir o 4 de Espadas, uma carta que nos lembra que devemos buscar manter a clareza dos nossos pensamentos evitando nos estressarmos inutilmente, ou permanecendo na batalha verbal por um tempo além do necessário. É a carta do descanso, da trégua, do repouso entre as batalhas da vida.
Entre as muitas possibilidades que o 9 de Espadas oferece, para reflexão, como Carta do Dia, está o fato de virmos a sofrer bullying e todas as formas de violência psicológica. Há, também, que se tomar cuidado para que não sejamos nós os autores de ofensas, agressões verbais, insinuações ou comentários maledicentes que possam, de alguma maneira, prejudicar a outra pessoa. O 9 de Espadas também nos lembra que não devemos viver imersos em medos e culpas, acovardados, tementes de tudo e de todos e que organizemos nossos pensamentos, busquemos raciocinar com clareza e objetividade e que a Verdade é sempre libertadora.
O 10 de Espadas pode, entre outras coisas, simbolizar um momento em que deixamos de acreditar em algo ou alguém e o profundo desapontamento que isso nos causa. É uma carta que nos fala de um colapso mental, de uma extrema atividade mental, de sobrecarga de pensamentos e ideias ocorrendo a um só tempo. Pode, também, representar o remorso, uma profunda autopiedade, a depressão, a mais completa perda da Fé e da Esperança. Num aspecto positivo, é a carta que pode surgir quando somos preconceituosos, quando nossa filosofia, nossa maneira de raciocinar não é ampla, aberta, criativa, positivista, mas presa a conceitos mal contemplados, mal analisados, prejudiciais à nossa saúde e integridade mental e moral.
Autocensura, auto restrição, auto boicote é o que costuma acontecer quando ficamos paralisados mentalmente, quando nosso raciocínio bloqueia e não conseguimos encontrar uma solução que nos satisfaça para algum problema ou dúvida que naquele momento enfrentamos.
Entre diversas outras possibilidades, é assim que o 8 DE ESPADAS do Tarot costuma representar essas funestas ameaças de auto aprisionamento.
Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração e conhecimento técnico, no momento da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.
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Tente imaginar a seguinte situação: um casal que se divorcia de forma não amigável está no Fórum. acompanhados por seus respectivos advogados e testemunhas, para a audiência com o Juiz. Ambos denigrem a figura do parceiro com todos os recursos possíveis, desqualificando-o ao máximo, humilhando-o com detalhes íntimos do seu relacionamento, desmoralizando-o e fazendo acusações de todos os tipos para poderem, ao final, saírem daquela relação com alguma vantagem: um, querendo mais o que lhe seria justo como pensão e sua parte na partilha dos bens. O outro, por sua vez, fazendo tudo para evitar ter que assumir o compromisso de uma pensão com um alto valor e buscando de todas as maneiras prejudicar o outro na tal partilha dos bens.
Ao final, o Juiz dá a sentença. Um deles sai feliz, contente, exultante por ter "derrubado" o outro e conseguido o que desejava. O outro, naturalmente, sai decepcionado, infeliz, arrasado, vencido, sentindo-se vítima de uma enorme injustiça.
Essa batalha que aconteceu dentro do tribunal e que fez de uma pessoa vencedora é exatamente o que a carta do 5 DE ESPADAS do Tarot pode representar: uma vitória inglória.
Inglória por que? Porque, ao final, todos saíram tão feridos, tão publicamente desmoralizados, que todos, de uma maneira ou outra, foram perdedores.
Essa carta nos fala exatamente disso: de quando usamos de recursos amorais, de total falta de ética, quando recorremos à mentiras, traições, engôdos, para conseguirmos o que desejamos, sem percebermos que no processo estamos, também, nos desmoralizando, perdendo a nossa civilidade, vivenciando um comportamento completamente indigno.
Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração e conhecimento técnico, no momento da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.
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Protelar o que precisa ser decidido, tomar uma posição definida sobre um determinado assunto ou contenda, estabelecer acordos e tratados de paz definitivos sobre uma determinada questão que nos incomoda são algumas das opções de interpretação do 2 DE ESPADAS, no Tarot.
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Dúvida, impasse, desacordo podem ser consideradas entre as muitas outras palavras e expressões que são representadas pela carta do 2 de Espadas do Tarot. Quando essa carta surge num jogo ela não só pode estar identificando uma situação de difícil decisão mental, mas também da necessidade de não se protelar e, muito menos, ignorar que é chegado o momento de decidirmos e reestabelecermos o equilíbrio com uma solução definitiva.
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Podendo ser visto e interpretado como uma das "personas" do Imperador (Arcano IV), o Rei de Espadas refere-se aos aspectos mentais, racionais e lógicos traduzidos pelo elemento Ar, daquela carta.
Articulador, objetivo, raciocínio científico, planejador, elaborador de leis, códigos e regras, mantenedor e aplicador das normas que organizam e regem a sociedade do seu tempo, o Rei de Espadas pode ocupar uma posição como jurista, policial, militar, guia, conferencista, médico, legislador, contabilista, programador de computadores, escritor de livros e manuais técnicos entre tantas outras profissões, eventos e situações.
Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração, no momento da gravação ou da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.
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Carta que nos faz refletir no quanto nossos pensamentos podem se transformar em fantasias mórbidas, assustadoras, que nos impedem de encarar a realidade e seguir em frente, o 8 de Espadas do Tarot é uma carta que sugere a necessidade de abandonarmos o papel de vítima e assumirmos uma postura pró-ativa em relação à nossa própria vida.
8 de Espadas: Sentir-se preso, confuso, imobilizado pelas próprias preocupações ou comodismo.
Esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração, no momento da gravação ou da escrita, ao comentar alguns dos aspeEsta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma "regra", uma "fórmula" a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração, no momento da gravação ou da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.
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Blog: ALEXTAROLOGO.BLOGSPOT.COMctos interpretativos da carta.
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A Justiça é uma equilibrista, caminhando na tênue linha
divisória entre o certo e o errado, o bem e o mal, a verdade e a mentira,
pesando os prós e os contras a cada passo, mantendo os olhos bem abertos no
alcance do objetivo em mente.
A Justiça é racional. Não se deixa influenciar pelo medo,
por falsos pudores, pelos interesses pessoais, pela opinião pública ou
particular, por vaidades, orgulho, preconceito, estados de ânimo, ira, ciúme,
inveja, rancor. É isenta de emoção, de falsos moralismos, de meras suposições,
de privilégios concedidos, mas apesar disso, não é desumana. A Justiça busca o
equilíbrio.
E quando me refiro a essa 8ª carta entre os Arcanos Maiores
do tarot, não estou me referindo apenas à Justiça como uma instituição
(tribunais, advogados, promotores, juízes) mas à vivência pessoal, à Justiça
como um dos elementos constituintes da personalidade humana. Ser justo é ser
desprovido de pré-conceitos, mas não de experiências. Julgamos quando
conseguimos comparar. A escolha entre o certo e o errado, o bem e o mal, a
verdade e a mentira pressupõe quem reconheçamos todas essas possibilidades e
possamos delas nos valer comparativamente em busca do resultado mais
equilibrado para uma determinada situação.
A Justiça, no tarot, pertence ao elemento Ar, ou seja, ao
domínio do raciocínio, da lógica, do pensamento cartesiano. Ela sugere que,
para vivermos em harmonia, olhemos sempre para os dois lados da questão. Que em
nosso caminhar no alcance dos nossos objetivos, não nos deixemos distrair,
iludir, nos convencer de algo que não seja realista. Ela pede foco, coragem e
lucidez. Talvez a palavra lucidez seja uma das que melhor descrevam a Justiça
do ponto de vista do tarot: é preciso ver e expor as coisas, os fatos, as
pessoas, as ideias às claras, sem subterfúgios, disfarces, fantasias. Os olhos
do corpo e da mente devem funcionar em uníssono, bem abertos para verificar,
medir, pesar, comparar e vendados para não nos deixarmos influenciar, seja pela
aparência, procedência, gosto, estilo, poder, genealogia, etc.
No nosso dia a dia é um exercício constante: quando
comparamos preços e qualidade no supermercado, quando evitamos o gasto
supérfluo para não comprometer os recursos já comprometidos, quando não fazemos
vazios e falsos elogios só para ficarmos “bem na fita” e, também, quando
reconhecemos e aplaudimos o valor das conquistas alheias. Justiça é permitir-se
o merecido descanso depois do trabalho realizado, é alimentar-se saudável e
equilibradamente, é alternar a atividade física, os esportes, a ginástica, com
a ioga, a meditação, por exemplo. Ser justo consigo mesmo é andar na corda
bamba, atento para não ser tentado a despencar para um dos lados, para não ser
nem 8 e nem 800. É encontrar o tão desejado “caminho do meio”, sem que isso
signifique “ficar em cima do muro”. É optar por refletir antes de agir e agir
prudentemente.
Os resultados dessa séria atividade mental certamente irão
proporcionar, no mínimo, a tão sonhada paz de espírito que todos buscamos.
Terminado o jogo contra o valoroso (…) time da Coréia do Norte (como diria José Candido de Carvalho), e após ter passado o dia e parte da noite ouvindo o soar inclemente das zuzuzelas, interessou-me saber como os torcedores brasileiros reagiram à estréia do time.
Numa jogada simples e objetiva, com 3 cartas, procurei analisar os 3 planos em que trafegamos no nosso dia a dia: o físico, para saber o que, energeticamente falando, o resultado do jogo (2x1) provocou ou consumiu na torcida; depois, o plano mental, que é o que se comenta e vai-se comentar até o próximo domingo, com milhões de técnicos em potencial reescalando (ou não) o time e discutindo novas estratégias de jogo. Por último, é o que vai na alma de uma nação quando forma uma egrégora em torno de um orgulho nacionalista. O que representa a um “quase empate” com um time que está disputando pela 2ª vez uma Copa do Mundo e cuja preparação, em 2009, para esta Copa incluiu um zero a zero contra o Atlético de Sorocaba?
As respostas obtidas são bastante óbvias: o time está estreando. Ainda há bastante a ser feito. Quase empate, ou não, a Seleção saiu-se bem e os que aqui ficaram em frente aos aparelhos de TV tiveram e terão muito assunto até o próximo domingo. E, graças a Deus, devemos ser um povo com uma excelente e reconhecida qualidade respiratória, considerando-se o folego e a potência no soar das zuzuzelas
PLANO ESPIRITUAL
Pajem de Espadas:
Os torcedores estão, evidentemente, felizes, porém são honestos o suficiente para reconhecerem que esperavam mais do desempenho do time.
Ainda que o resultado obtido não seja motivo para frustração, estarão sendo bastante críticos, mas sempre bem-humorados , em relação aos jogadores e, sobretudo, às estratégias de jogo propostas pelo seu técnico.
É fácil ver, pela própria figura da carta, que a fé e o espírito de luta ainda imperam.
PLANO MENTAL
Oito de Ouros:
Todo torcedor, numa Copa do Mundo, sente-se um técnico experiente e muito mais habilitado do que qualquer outro que possa estar à frente da Seleção.
Percebe, diante do esforço necessário do time em campo contra uma seleção que não tem uma grande tradição e méritos, que é preciso ter humildade suficiente para reconhecer que ainda há um longo caminho pela frente e muito a aprender.
Nestes dias que antecedem a próxima partida, estarão , discutindo e reavaliando o desempenho do time, tecendo considerações e oferecendo sugestões.
PLANO FÍSICO
O Carro:
Um jogo de Copa do Mundo é motivo para uma grande explosão de energia. As pessoas deixam mais cedo os seus empregos e afazeres, o trânsito fica ainda mais caótico, todos sentem-se motivados a se reunirem, a discutirem com veemência o desempenho do time e a manifestarem seus momentos de aflição, de tensão, de alívio e alegria.
Certamente alguns estarão fisicamente cansados devido aos efeitos das celebrações, porém, até o próximo compromisso em campo da Seleção, todos estarão muito ativos, até mesmo impacientes, como viajantes que desejam aproveitar muito a experiência, mas que não vêem a hora de chegar ao destino.
Imagem: TAROT OF ATLANTIS, por Bepi Vigna & Massimo Rotundo